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A Casa de Abrantes representa no Século XXI uma história de resistência. Porque a mais valiosa herança familiar é essencialmente imaterial, chega a cada um plasmada nos seus apelidos - a origem familiar como uma microcultura. É essa a mensagem que transmito aos meus filhos: de que o seu mais valioso legado é assimilado nas conversas escutadas à mesa com os pais, com os avós ou com os tios, dos livros nas suas estantes, testemunhos vivos, crónicas, tradições, e até de acidentes, tragédias e traições. Uma herança que recoloca as ambições e expectativas a cada geração, sempre em superiores níveis de exigência.
Democratizado o consumo e franqueadas as portas da mobilidade social é o sentido da pertença a um “nome”, um valor impulsionador de civilização, que se exige cultivar nas novas gerações.*
* Texto da minha autoria escrito para o belíssimo livro "Casas e Palácios de Lisboa" de Pedro Mascarenhas Cassiano Neves com fotos de Ana Luísa Cunha Alvim, que resulta num esplêndido presente de Natal.
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