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Carvalhal de Reboredo, em 2003 (a fotografia é de Paulo Fernandes).
Desde essa altura, o carvalhal terá continuado a evoluir e amadurecer até 2017.
Em 2017, em grande parte (dizem-me que sensivelmente metade), ardeu no fogo de Moncorvo.
Para o carvalhal é um acidente pouco importante, vai com certeza recuperar rapidamente.
Para a discussão sobre fogos deste ano, muito centrada nas espécies que ardem ou não, é uma boa demonstração da ociosidade dessa discussão.
Sobretudo se comparada com a discussão, essa sim, útil, sobre que medidas de gestão do carvalhal poderiam ter sido adoptadas, não para evitar que arda (pretende-lo seria estultícia) mas para o preparar melhor para o pós fogo, para o preparar para uma recuperação mais rápida e mais orientada para a criação de um carvalhal maduro, umbroso e biodiverso.
E, de caminho, como usar as oportunidades de combate que seriam criadas com essa gestão.
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