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Capas do "i"

por Vasco Mina, em 19.01.17

Há capas dos jornais que falam por si e sem serem necessários comentários adicionais. Apenas recordar que Nuno Godinho de Matos é fundador do PS e foi administrador não executivo do BES na era Ricardo Salgado. Deu em 2014 uma entrevista ao "i" que aqui pode, em parte, ser consultada. No célebre debate televisivo entre António José Seguro e António Costa o ainda Secretário Geral do PS considerou o referido fundador do PS como exemplo da "promiscuidade total entre o sistema financeiro e o sistema político". Os apoiantes de Costa atacaram violentamente estas afirmações de Seguro que poucos dias depois seria derrotado pelo atual Primeiro Ministro. Nuno Godinho de Matos foi apoiante de Costa em Lisboa mas parece que já se arrependeu, segundo entrevista ao "i" em Janeiro de 2016, de nele ter votado nas legislativas.

 

Nuno Godinho de Matos.png

Capa I Ricardo Salgado.png

 


2 comentários

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De OMO lava mais branco a 19.01.2017 às 15:02

ROUBADO AO BLOG " O JUMENTO"


E o Ricardo estava mesmo ali! (http://jumento.blogspot.pt/2017/01/e-o-ricardo-estava-mesmo-ali.html)


Primeiro descobriu-se que Sócrates tinha de ser corrupto, a seguir descobriram que o dinheiro do Sócrates estava nas contas do amigo. Como o amigo era administrador de uma empresa que trabalhava para o Estado tinha que ser ele o corruptor, Mas azar do dito, a empresa do amigo tinha tido mais contratos com a direita do que com o Sócrates, isto é, se o dinheiro tivesse vindo do Grupo Lena o sofisticado software do inspector do fisco mais a sua super equipo ainda teriam que vasculhar nas contas do Passos, do Portas e até mesmo do genro de alguém mais influente. A pista tinha de ser outro.

E onde é que cheira mais a dinheiro? É óbvio, qualquer canídeo com faro especializado no vil metal sabe que o cheiro a dinheiro vem do sul, cheira a África, logo a pista do dinheiro teria de dar a Angola e aos muitos negócios aí realizados. Jogo perigoso, o único capítulo em que os angolanos são rigorosamente apegados aos valores da democracia é na distribuição de patacas por tugas gulosos.

Angola não era boa ideia, talvez a Venezuela, quem não se lembrava do Magalhães? Era isso, vamos já investigar a empresa do Magalhães, o navegador que deu a volta ao mundo para acabar nos entrefolhos dos bolsos das calças do Sócrates que, afinal, não era do Sócrates, tinham sido compradas pelo amigo mas este em vez de as provar deu as medidas do primeiro-ministro. Aliás, acho mesmo que as medidas dos primeiros-ministros e do presidente da CGD também deviam ser depositadas no Tribunal de Contas.


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