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É o assunto do dia. Georgia Meloni ganhou as eleições em Itália e logo a manada se alvoroçou sob o pretexto do regresso ao fascismo. Porque a Esquerda ainda manda (e mandará...) na Comunicação Social em Portugal, assim como pela Europa fora. O povo é soberano mas também (ao que parece) é estúpido também.
Duas palavras sobre Georgia Meloni: alguém vislumbra na sua aparência uma fascista?
Parece que é amiga de familiares de Mussolini. E então? O primeiro Presidente da AR local, o digno Henrique de Barros, socialista, era cunhado (e davam-se bem) de Marcelo Caetano...
Se Meloni é contra o casamento homossexual e a «adopção homoparental» é o seu direito. O mesmo direito, porventura, dos que nela votaram. Que uma coisa é o laboratório parlamentar e minorias ruidosas, outra as gentes. Idem quanto à imigração ilegal, está em causa precisamente o contrário da legal, essa que cumpre a lei. E confrontando a animadversão islamita... quem não, senão por falta de coragem?
O caso Meloni (mais os seus coligantes), repete-se Europa fora, ultimamente na impoluta Suécia. O Continente está em mudança acelerada e o universo socialista vê perigado o seu domínio traduzido na soit disant UE em que ninguém acredita e todos tentam buscar nela somente bazocas financeiras.
Caiamos na realidade: a UE é isso e só isso. Os povos estão cansados, sentem o pesado encargo da tributação e do discurso oco, distante e anónimo. A fatal mudança já começou e nem a lacaia Comunicação Social a impedirá. Mesmo com o rótulo de neo-fascista e populista invariavelmente atribuído à Direita vencedora.
Na minha apartidária qualidade de social-democrata convicto lá vou guardando um sorriso para quando (e se) Montenegro for bem sucedido eleitoralmente. Assistiremos nessa altura a mais uma manigância do polvo socialista: Montenegro, o «populista radical de Direita».
E, por fim (e já agora), "Deus-Pátria-Família", qual o problema? De Deus, deuses e anti-deuses está a Esquerda cheia; de apelos a "pátrias" também; e da Família ou famílias, navegamos há muito em águas estéreis de experiências tontas e discussões orçamentais!
Haja coerência e dignidade! E respeito pelo eleitorado e pelas suas razões de «protesto»!
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