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Não esquece o comentário de José Miguel Júdice na noite das eleições legislativas últimas: louve-se a sua argúcia (senão os seus conhecimentos de bastidores). Dizia ele - dos quatro resultados possiveis, este é o menos desejavel, o pior.
Quais eram esses quatro resultados?
- O primeiro, a vitória com maioria absoluta da Coligação de Direita. Caso em que o País prosseguiria, mais ou menos habilidosamente, a sua rota de recuperação económica;
- O segundo, uma maioria absoluta do PS. A obrigar Costa a tentar fazer melhor do que PPC/PP, na linha moderada que caracterizou o discurso e a prática socialista até então;
- O terceiro, uma maioria relativa PS. Sem dúvida, Costa surgiria nessa altura perante o PSD, falando na voz grossa do partido mais votado, mas realçando as suas afinidades - na campanha tão propaladas - com Manuela Ferreira Leite;
- A quarta, a que se verificou: a maioria relativa da Coligação. Com Costa, incapaz de saber perder e dar a vez a um qualquer sucessor na chefia do PS, a inventar a geringonça. Para se salvar na política e sem especiais escrúpulos acerca do nó cego que estava dando a Portugal.
Tudo isto seria passado, não fora os resultados eleitorais de ontem nos Açores. Vasco Cordeiro, a despeito da presença próxima do inefável Carlos César, não tem cara de vez alguma pretender unir «as esquerdas». Mesmo que só alcançasse a maioria relativa, não é de crer as versões insulares de Catarina e Jerónimo tivessem uma - quanto mais quatro hipóteses!
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