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As contas da polémica criada sobre a JMJ

por Maria Teixeira Alves, em 29.01.23

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11 comentários

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De Alexandre N. a 29.01.2023 às 22:26

Eventos pagos pelo contribuinte 
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De Anonimo a 30.01.2023 às 06:55

As contas fazem-se no fim.
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De entulho a 30.01.2023 às 09:28

'faite daiver' do ps para esquecimento das mazelas governo-lamentáveis.
lembrando que 'o dinheiro é do ps'
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De balio a 30.01.2023 às 11:44


A questão não é o investimento ser muito grande. A questão é que ele poderia ser muito mais pequeno.
Por exemplo, não se justifica qualquer palco no parque Eduardo VII, o qual já por si dispõe de um estrado com boa visibilidade no seu topo.
Nem se justifica uma pala gigantesca, nem os elevadores.
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De balio a 30.01.2023 às 16:20


Outra coisa que é irritante é que aquele altar será um mono, que será utilizado uma única vez e que depois ficará ali por toda a eternidade, porque demoli-lo custará mais uma batelada de massa.
Fazem um altar com a altura de três andares de um prédio, com mais umas rampas larguíssimas à frente dele. É evidente que nenhum espetáculo, musical ou outro, jamais quererá utilizar um palco que está nove metros acima, e muitos mais metros ainda à frente, dos espetadores.
Portanto, depois de o papa lá rezar a missa, o palco ficará ali, pelos séculos dos séculos, até que as Câmaras arranjem mais uns milhões de euros para o demolir.
É um disparate total.
Quem foram as bestas que decidiram fazer esta festarola maluca em Lisboa?
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De Conservador a 30.01.2023 às 23:25

O Estado é laico.
Razão comparativa alguma existe. Os Rocks, Modas, são eventos da coletividade, terrenos. A politica é terrena.
O evento é importante para os católicos. 
Muito bem: esforcem-se, realizem talentos. E, deixem-se, do argumento do lucro, porque é anticatólico.
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De Anónimo a 31.01.2023 às 08:29

É necessário que essa questão do altar-palco saia das manchetes da CS e se torne um não-assunto quanto antes. De resto, já se sabe que os valores do retorno para o país vão ser muito superiores aos gastos. Aconteceu assim em todos os países e está documentado. 
Que ninguém se deixe ludibriar: estes truques são forjados pelas agências de propaganda, para aliviar a pressão e o escrutínio ao governo que tem estado debaixo de fogo _ são "manobras" para nos desviar a atenção dos desastres desta desgovernação. De repente, por artes mágicas, puseram o país inteiro a discutir um altar e fizeram sair da agenda mediática a TAP e todos os assuntos incómodos para o governo. É obra!!!


 Mas as pessoas já perceberam os «porquês» das polémicas "aparecerem" sempre nos momentos "mesmo a calhar", i.e., sempre que o governo está metido em maus lençóis. E preparem-se, porque vão surgir mais não-assuntos caídos do céu aos trambolhões para nos distraírem das verdadeiras polémicas e essas sim, graves.
 
Como diz a jornalista Raquel Abecasis:
"...  percebe-se facilmente que a polémica dos últimos dias foi uma enorme cortina de fumo que só serviu para nos desviar a atenção do mau uso de dinheiros públicos, esses sim, deitados pela janela fora sem nenhum retorno para os contribuintes. Milhares de milhões de euros gastos irresponsavelmente pelos decisores políticos.
A TAP vai custar aos portugueses, até 2024, 3,7 mil milhões de Euros. Os portugueses têm de pagar esta brutalidade de dinheiro porque um ministro (...) pôs o seu capricho de arrivista de esquerda à frente do interesse público" 
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De balio a 31.01.2023 às 17:21

Raquel Abecassis, embora tenha nomes judeus, é uma bem conhecida católica. Não admira que queira, ela própria, criar uma cortina de fumo que desvie a atenção da merda que a Igreja Católica fez e está a fazer.
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De Anónimo a 31.01.2023 às 08:34

(cont.)

Com todos estes milhões enterrados na companhia, o Diário de Notícias contava em manchete no passado sábado que a TAP e a Easy Jet devem 260 milhões a passageiros. Tudo por causa de voos cancelados, atrasados e desvio de bagagens.

É apenas um indicador do desastre que é o serviço da companhia de bandeira que, noutros tempos, chegou a ser considerada uma das melhores do mundo (...)Quanto ao serviço que presta no interior do avião, pouco ou nada difere das chamadas Low Cost.

A juntar a tudo isto paga ordenados de luxo, prémios de luxo e indemnizações de luxo. 

E agora pergunto eu: não era isto que devíamos estar a discutir?"

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De Anónimo a 31.01.2023 às 08:37

"Um palco para tapar a TAP"


daqui:
https://observador.pt/opiniao/um-palco-para-tapar-a-tap/
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De balio a 01.02.2023 às 11:17


Não é nada para tapar a TAP.
Simplesmente, o facto de o país ter esbanjado dinheiro na TAP não justifica nem perdoa que também esbanje dinheiro noutras coisas, felizmente mais pequenas.

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