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Aqueles que não se devem nomear

por Jose Miguel Roque Martins, em 15.04.21

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Sabiamente, o Ministério da magia proibiu uma personagem que, de tão má, não devia ser chamada pelo nome. Passou a ser , "aquele que não se pode nomear". 

Por aqui, ao contrario,  dão-lhes palco e importância. Tudo aquilo que não se deve fazer. Ignorar o  personagem e impedir o seu regresso, é um balsamo para as vitimas e o seu verdadeiro castigo. 



7 comentários

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De Anónimo a 15.04.2021 às 08:37

Ver alguém que levou Portugal à ruína e que levava uma vida (...) à custa da corrupção, a sair livre e sorridente de um tribunal que confirmou os seus crimes, enquanto todos nós pagamos impostos e taxas, multas e multinhas de tudo... sem possibilidade de defesa, é uma dor que afeta a esmagadora maioria de nós. E a dor de ver o nosso sistema falhar de forma tão escandalosa é uma estocada final... Portugal está doente, ficou inequivocamente provado.
A partir daqui cada um faz o que quiser. Só fecha os olhos quem ESCOLHE fechar os olhos, porque a podridão ficou mais que à vista de todos: o nosso país precisa de mudar.

A dor é o maior gatilho para a mudança. Espero que tenha doído o suficiente, para que todos façamos algo, de concreto e positivo, para mudar Portugal. Temos na nossa mão o poder de dizer basta, seja qual for a nossa cor ou convicção política. Eu farei a minha parte, nas próximas eleições (...). E tu, o que vais fazer?- Ricardo Frade

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De Rui Falcão a 15.04.2021 às 23:11

Não sabia que o voto tinha um gatilho. Ou será "gatinho"...
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De Anónimo a 16.04.2021 às 18:02

...  escondido com "rabinho" de fora.
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De Anónimo a 15.04.2021 às 11:03

Aquelas "sítios" que também não se podem nomear _ e onde despontam muitas cumplicidades e lealdades fraternas _  são lugares onde se forja o "nosso" sistema de portas-giratórias entre o poder político e o poder judicial 
 (e outros), num conluio que quebra aquilo que devia ser uma sagrada separação de poderes. Aí, debaixo de enorme opacidade, são combinadas as nomeações mais convenientes para os mais altos cargos da Magistratura (e não só). 

Não há qualquer hipótese de escrutinar estas curibecas que tomaram as nossas Instituições nada "democráticas" como se vê. Ninguém escolheu esta gente, não foram eleitas, pois não tiveram o nosso voto e no entanto... esse é o verdadeiro poder, que "maquina" e controla grande parte do país, operando na sombra do secretismo. É nesse lugar sem transparência que nascem e são "fabricados"  os temas da actualidade que essa "sociedade" quer ver na ordem do dia. Faz-se depois a "mise en scène" onde todos irão discutir,  debater e opinar como numa democracia verdadeira.  Ingenuamente ignorantes de toda a manipulação. Os "votos" já vão devidamente contados e decididos. Tudo o que vier a ser aprovado, já tinha sido previamente discutido e aprovado nesses lugares. 
 E o mesmo acontecendo ,noutras paragens seguindo uma ordem Supra-Nacional. Não é um acaso nem uma coincidência que surjam noutras latitudes os mesmos debates com os mesmos argumentos, e os temas fracturantes surjam simultaneamente e circulem igualmente noutras geografias. Para bom entendedor... 
Não sei se ficou claro o que está aqui em jogo ( a aniquilação da velha e milenar Civilização Ocidental, o corte com os seus ancestrais valores e o desvio das suas raízes e matriz cultural).
Mas é tudo para nosso bem, pois suas motivações são "filantrópicas"_ dizem eles. 


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De Anónimo a 16.04.2021 às 10:53


Qualquer cidadão tem uma visão sobre o funcionamento da Justiça. 
Não é preciso saber-se de Direito para se ter uma percepção de que algo de muito errado se passa na área da Justiça. É uma conclusão a que se chega pelo senso comum. 


A propósito dos possíveis "conluios", as pessoas ao longo do tempo e de tantos "casos", vão-se apercebendo de que existem de facto os tais "alçapões" e "buracos nas malhas" da justiça, por onde se escapem os prevaricadores. 
Por exemplo, dá que pensar esta relutância em criminalizar o enriquecimento ilícito ou injustificado que se arrasta há anos...
Ou os entraves feitos ao "direito premial"  (delação premiada) com reduções de pena a quem colabore com a justiça.
A alteração quase cirúrgica da alteração dos prazos de prescrição dos crimes de corrupção feita em 2019 !
A notória falta de vontade de se fazerem reformas no sentido de uma justiça mais célere, com normas processuais descomplicadas, capacidade "simplex" de síntese com ganhos na eficácia. (Há inúmeros exemplos de caos de grande complexidade noutros países que se decidem em tempo razoável e justo.)
Este "garantismo" exacerbado, que mais parece uma garantia de que nunca será feita justiça, pois os processos arrastam-se penosamente com a dilatação de prazos, procedimentos complicadíssimos, a exorbitação dos recursos em recursos (como não existe em nenhum sistema de justiça europeu) tornando demorados os processos. 
A criação de Leis  ambíguas que possibilitam que depois se possa escolher livremente a interpretação que mais se ajusta à visão pessoal e subjectiva de qualquer juíz. As pessoas também desconfiam desta inércia, em que não se fazem reformas efectivas no combate à corrupção, mesmo depois das sucessivos avisos (e puxões de orelhas) da Europa, insistindo e até chegam a dar-nos sugestões (para nossa vergonha). 
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De SAP2ii a 15.04.2021 às 11:37

Quando uma qualquer alternativa ao actual «Regime Abrilista» necessita de crucificar Sócrates, é porque não é a Alternativa que Portugal precisa para o seu presente e futuro.



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De SAP2ii a 15.04.2021 às 11:40

A estúpida oscilação binária, opositiva, isomorficamente simétrica «Esquerda/Direita» é um Regime caduco e decrépito que impede o Desenvolvimento de Portugal.

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