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A vingança

por João Távora, em 10.02.24

É a tentação revolucionária latina que paulatinamente nos direcciona para a mediocridade e pobreza. Um círculo vicioso que só é possível quebrar com nobreza nos principios e preservança nas acções. A política é a arte do possível.

A tentação do radicalismo pode proporcionar um prazer imediato de vingança. Mas ao longo da nossa história significou a nossa desgraça. Não é por acaso que as monarquias só sobrevivem nos países que resistiram aos extremismos, onde prevaleceram consensos. Civilizados.


6 comentários

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De cela.e.sela a 10.02.2024 às 08:56

não sou monárquico e já fui republicano.
os socialismos conduzem sempre à miséria a curto prazo
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De IMPRONUNCIÁVEL a 10.02.2024 às 14:59

Mas o atual regime europeu e norte-americano (incluindo as regras do FMI, Banco Mundial, etc.) não é neo-Liberal? Não é o Liberalismo que reina há dezenas de anos na Europa? Não há comunismo nem socialismo na Europa. Nunca houve.
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De RR a 10.02.2024 às 20:15

Mais tabaco na mistura...
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De João Ribeiro a 11.02.2024 às 12:52

Ignorante.
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De Albino Manuel a 10.02.2024 às 14:22

Pois...mas como é tão católico lembro-lhe o que São Paulo escreveu numa das suas cartas: o homem volta ao vício como o cão volta ao seu vómito. Nada a fazer.
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De Anónimo a 12.02.2024 às 10:12

João Távora, sorrio _com alguma nostalgia_ desse tempo de "nobreza nos princípios".  Quem ontem ouviu o PNSantos na apresentação do programa socialista, certamente percebeu na sua intervenção que já não é possível voltarmos aos consensos, ao cavalheirismo, àquele diálogo em nome do bem comum.

"Este" partido socialista já se esqueceu que a Democracia se foi construindo e consolidando em cima dum chão comum, através das conversações, da cedência e dos acordos feitos com pundonor e sentido de responsabilidade. . 
Tudo isso acabou, é passado.
 
Este é o tempo dos lobos, um tempo disfuncional...  convém sempre fugir da desordem.
O discurso radical e fracturante do PNS fechou, deliberadamente, todas as portas ao diálogo. Esta é a linha de acção instituída pelos (novos) socialistas. E todos os presentes (sem excepção), que assistiram, deram a sua anuência através do silêncio e da passividade. 
Nunca foi exposta de forma tão clara, tão flagrante que a divisa socialista é: 
Nós + Partido, primeiro (o país virá ou não... depois).
 
Assim vamos desde que, em 2015, António Costa quebrou todos esses princípios civilizacionais. Por ganância, por oportunismo descarado, exclusivamente por motivações individuais e por ser vantajoso em termos pessoais. Sans noblesse portanto..
  A.P.

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