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Episódio 1 - Na noite das eleições, o repórter da Sic junto do PS, José Manuel Mestre, pergunta a Pedro Nuno Santos por que foi que declarou derrota quando ainda há uma hipótese. Pedro Nuno Santos explicou ao «jornalista» que tinha perdido, e era agora chefe da oposição. Mas José Manuel Mestre, o «jornalista» da Sic insistiu: mas pode ser que... Ao que Pedro Nuno Santos, secretário-geral do PS, teve que explicar pela segunda vez ao «jornalista» que não devia alimentar ilusões.
Episódio 2 – na 3.ª feira, 12 de março, na SicN, José Miguel Júdice explicou o resultado das eleições, nomeadamente aquilo que classificou de mudança estrutural: a direita tinha maioria e o PSD era agora o partido do centro, já não o PS. Pese embora o brilho e inteligência da explicação, Clara de Sousa ainda tentou: «E se houver um empate?». Com o que, de uma penada, explicava: 1.Que engolira com linha, anzol e chumbada a tese de Rui Tavares de que a esquerda tinha ganho, e havia além dela a direita da AD e uns deploráveis com 50 deputados; 2. Que não tinha percebido nada do que Júdice acabara de dizer.
Episódio 3 – No dia 11 de março, a Sic abre telejornais, não com Montenegro, vencedor, não com Ventura, a maior novidade da eleição, mas com a ilusão de Rui Tavares, do Livre, de dividir a AR entre a esquerda maioritária, e a AD minoritária, com declaração da inexistência do Chega. Há vozes de 92% do eleitorado, mas a Sic só ouve os 8%.
Episódio 4 – Luís Montenegro acaba de ser indigitado Primeiro-Ministro. Mas a Sic abre os telejornais, não com as ideias de Montenegro ou da AD, mas com Medina, a falar de uma suposta «almofada de milhões», e Centeno, o homem que imaginou ser vizir de recurso no lugar do vizir, a recomendar coisas a um adversário que, esse, acabara de ser eleito. A Sic emitiria, depois, as opiniões de Cabrita&Galamba (Quem?! Quem?!) sobre os novos ministros.
Episódio 5 - Na 3.ª feira, 2 de abril, na SicN, José Miguel Júdice interpreta o discurso de tomada de posse de Montenegro. Em resumo, diz que o novo primeiro-ministro afirmou que negociará com todos, como necessita, e, adequadamente, quis impor-se ao respeito daqueles com quem tem que negociar. Na mesma SicN, no dia seguinte, Ângela Silva (uma boa razão para não ler o Expresso), sub-Costa (outra), Baldaia (uma boa razão para nunca ter ouvido a TSF), e Bugalho (em busca de identidade) só vislumbram no discurso o desejo de «vitimação».
Talvez a Sic seja bipolar (como em «doença», não em pluralismo). Talvez a Sic seja uma central de intoxicação. O que não é seguramente, é um orgão de informação.
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