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Está em curso uma campanha canalha contra o primeiro-ministro lançada pela Lusa e abraçada alegremente por Sic e Tvi (e até por um burro no Observador). Lança a campanha canalha que Passos Coelho foi influenciado por Lula para favorecer a construtora brasileira Odebrecht na privatização da EGF.
A campanha canalha ignora que foi a portuguesa Mota-Engil que ganhou a privatização. Ignora também o desmentido expresso de Passos Coelho, que afirmou que Lula não veio meter nenhuma cunha. E ignora, sobretudo, as ligações notórias e antigas entre Lula e Sócrates e Vara.
A campanha canalha abre notícias dizendo que «Pedro Passos Coelho está no centro do furacão», uma coisa suficientemente vaga para não ser desmentida, mas suficientemente canalha para julgar que produz estragos.
Foi a isto que conduziu o estado de apatia da direita enquanto o PS conquistava a comunicação social.
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