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Com o regresso de Costa regressou em toda a glória a fundamental falta de seriedade da governação.
«Fundamental», diz Costa, é que depois do roubo de armamento em Tancos o ministro da Defesa mantém toda a confiança do primeiro-ministro, segundo o qual fez tudo o que havia a fazer. Como em Pedrógão («foi um raio», «foi mão criminosa», «foi um downburst», «foi algo anormal», foi «o eucalipto» capitalista, foi «tudo o que era possível»), nada, portanto, se passou de relevante.
«Fundamental» é que o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas descansa em que o material roubado só vale uns 34 000 euros e que, «provavelmente», acrescenta ele, os lança-granadas-foguetes não estão em grande estado. Tudo, portanto, coisas sem importância.
«Fundamental» é que apareça o inefável Vasco Lourenço a dizer que o roubo de Tancos foi uma hsitória «mal contada», uma «encenação» feita para prejudicar o governo. Há de ser, portanto, uma conspiração da direita.
Fundamental é que as televisões comuniquem sem escrutínio que o défice está em 2,1% -- seja qual for o montante das cativações, e independentemente do dinheiro dos contribuintes metido na Caixa Geral de Depósitos para tapar vigarices antigas (sobre as quais estamos proibidos de ser informados) -- e que nada comuniquem ou escrutinem sobre a dívida pública que continua a bater recordes, e a aumentar com empréstimos a taxas de juro de 4%.
Podem todos ir para férias descansados. A bandalheira continua.
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A sua resposta sobre a economia é mais ou menos co...
é isso mesmo , isto é um caso de histeria colectiv...
Não. De facto, não acredito que o número de mortes...
Básicamente è a diferença entre o Holocausto ( 4 a...
Isso que dizer que concede que o "crash" económico...