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A ministra da Administração Interna recusa ajuda galega acorrida aos desastres incendiários portugueses porque vê nessa ajuda «excesso de voluntarismo» e ausência de «enquadramento». Isto depois de, perante as câmaras de televisão, chorar obscenamente as vítimas da sua incompetência. Obviamente, devia demitir-se, mas verte lágrimas, em vez disso; mostram-se «afectos», julga ela, e fica tudo sarado. Sabe, sobretudo, que é digna do seu primeiro-ministro, e António Costa dela, ele que agora pede «esclarecimentos urgentes» directamente a serviços tutelados pelos seus ministros, que, uns, lacrimejam, outros estão «de coração destroçado». Ele, incólume, que não sabia nada, nem do seu governo, nem dos amigos, nem do Siresp, nem dos Khamov, ele que tem o mérito de tudo e nunca tem culpa de nada, como insistem os canais e jornais de reverência. Diz que há muito quem goste deste tipo de governação. Quem gosta merece-a.
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é isso mesmo , isto é um caso de histeria colectiv...
Não. De facto, não acredito que o número de mortes...
Básicamente è a diferença entre o Holocausto ( 4 a...
Isso que dizer que concede que o "crash" económico...