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Estamos já em plena campanha eleitoral; pela frente um Agosto de falácia em mangas de camisa e bandeiras pelos areais, e um Setembro de maçadores cantares ao desafio. Sempre com a descarada impropriedade dos intervenientes, sobretudo os desesperados.
E entre estes, cada vez mais evidentemente, António Costa.
Contra todas as expectativas o Governo aguentou até ao fim da legislatura. Mais rapidamente se descontruiram os partidos da Oposição, excepcionando o imutável PCP. E mesmo este, indo a correr atrás do discurso mais produtivo. Ao longo de quatro anos, alguém se lembra em que águas se afogou o terror pelo fim do "Estado de Direito"?
(Esse mesmo - o dito "terror" - o antecessor do escandalo austeritário - se bem escrevo o neologismo).
São já os dias do "desemprego" chorado de terra em terra. A "divida pública" é excessivamente abstracta, ficar-se-á pelos estudios televisivos, não toca ao vivo.
Um pouco mais de Martim Moniz e Costa venderia o seu peixe. Mas consta a lota andar melhor avisada e já ninguém acredita na almejada maioria absoluta, a legitimação da sua traição a Seguro.
Como também ficou para trás, nos baús dos papeis velhos, a erudita questão da "perda de legitimidade democrática do Governo". Os sindicatos cansaram-se e resguardam-se agora pelas esplanadas...
Não, por esse lado, pela esquerda, não é caminho. Jamais.
Pelo outro... Quem sabe?, quem sabe? Quem sabe onde poderão levar as bojardas de Costa ou dos "caviares"?
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