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Os anos trazem, os anos levam. Ao longo de todas as horas de todos os dias de todos os meses. E da pose sonsa, aparentemente sempre igual, da cidade, no silêncio traiçoeiro do Tempo a caminhá-la, ora para perto, ora para longe. Como se o regresso fosse o momento esporádico do reencontro com tudo no seu lugar tantas vezes já ausente. Como se não houvesse o chegar da partida nem o construir da ruína. Ou vozes, por toda a parte vozes, idas ou vivas, todas presentes como o prolongado estar das árvores e das pedras.
Três voltas do planeta depois, a cidade. As memórias parando e arrancando nos semáforos, esquinas delas, ângulos tão dificilmente rectos, alinhados, na indisciplina dos sentidos e na percepção das estações - sobra inverno onde não se vislumbram os comboios e os eléctricos...
Onde estão vocês, encontros diários de outrora, lojinhas de balcão sonolento? Definitivamente na fantasmagoria?
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A propósito da hipótese que levanta de o próprio V...
Então, não me diga que na lei diz lá para entrarem...
Eu se estivesse no lugar de André Ventura desistia...
Essa questão já foi respondida (no geral Internaci...
Fiquei sem preceber por que é que a campanha do al...