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O candidato do PS teve um momento de redenção. Depois do elogio à postura inicial do Syriza – quando este estava na moda por ser muito irreverente contra o Eurogrupo, quando todos os opinion makers vaticinavam o fim da troika; do poderio alemão e do fim da austeridade, por decreto e vontade de Tsipras e de Varoufakis – António Costa viu-se indexado à derrota destas promessas (o governo grego percebeu que tem de ficar no euro e tem de cumprir a austeridade). O resultado das negociações dos gregos com o Eurogrupo prova que em países que têm dívidas excessivas, não há alternativa à austeridade.
Ora depois de ter pronunciado frases como esta "esta política de austeridade fracassou", António Costa apercebeu-se que estava a percorrer o caminho do Syriza, pois iria, mais cedo ou mais tarde, engolir as suas próprias palavras. Hoje surpreendeu tudo e todos quando, no Casino da Póvoa, diz que Portugal está a vencer a crise: “A situação de hoje é bastante diferente da de 2011″. Ora aí está.
Já agora gostava de esclarecer que, a propósito de se dizer que a dívida pública está maior, é preciso distinguir a dívida bruta da dívida líquida.
As emissões de dívida não são forçosamente reflexo de gastos versus receitas do Estado. Emite-se dívida porque os juros a pagar são bons e depois deposita-se esse dinheiro (a render juros) para usar quando for preciso (pagamentos que o Estado tem de fazer no futuro). Portanto à dívida emitida tem de se subtrair os activos (dinheiro aplicado), para se saber qual é então a dívida líquida (e esta está a baixar).
De uma vez por todas usem o indicador Dívida Líquida para avaliar o grau de endividamento do país!
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Esses que por aqui andam a desconversar(ou a virar...
Não é obrigado a saber, pois parece-me ser você um...
a quem aprecie as ditaduras
A mim o que me provoca nervoso (e nem é miudinho) ...
A chamada Comunicação Social tem uma enorme, enorm...