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O pensamento do dia

por Pedro Quartin Graça, em 15.10.10

"A monarquia fez Portugal e criou um Império; a República acabou com o Império e está em vias de acabar com Portugal."

 

General Carlos de Azeredo

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Exéquias fúnebres

por Pedro Quartin Graça, em 08.09.10

 

Retirado daqui.

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O centenário da idosa senhora

por Pedro Quartin Graça, em 05.09.10

Retirado daqui.

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Assim vai a "República de Sócrates"...

por Pedro Quartin Graça, em 15.06.10


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Ai que me baixam o rating outra vez!

por Pedro Quartin Graça, em 27.05.10

Os especuladores, leia-se a agência de notação financeira Moody´s, reafirma que pode cortar outra vez o "rating" de Portugal, descendo-o um ou dois níveis ainda no Verão, apesar de reconhecer os esforços do Governo para controlar o défice e a dívida. Mesmo apesar dos cortes, as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo não foram suficientes para convencer a Moody´s a manter o nível do "rating" da República. “Reconhecemos que o Governo está a tomar medidas para reduzir o défice para os 3% em 2013 e, se for um ano depois, também não é o fim do mundo. Mas consideramos que vão consegui-lo, diz o responsável. Mas mesmo que o consigam, a deterioração dos valores da dívida não é mais consistente com uma nota de Aa2 e, neste momento, também não sabemos se será uma notação de Aa ou A1”, afirmou o vice-presidente da Moody´s, Anthony Thomas, que esteve hoje em Lisboa. Anthony Thomas disse ainda que a situação portuguesa não é comparável à da Grécia. “Na perspectiva das agências de 'rating', os dois países são muito diferentes e não queremos sequer entrar neste contencioso de argumentos. Consideramos é que há uma confusão entre a situação de Portugal e da Grécia. São completamente diferentes”, frisou.

Em Agosto, ou ainda antes, a Moody´s vai emitir uma nova nota de análise a Portugal, esperando-se uma nova redução do "rating" da República.

Ainda existem dúvidas de que, também aqui, a III República chegou ao fim?

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A república em falência

por João Távora, em 28.04.10

 

 

Celebremos pois então.

 

PS: Da caixa de comentários destaco aqui este delicioso texto deixado pelo nosso venerável Ega:

Excertos de «Memórias de Um Átomo»:

 

Diário de Notícias - Necrologia - 11 de Junho de 2010. REPÚBLICA

 

Confortada com todos os sacramentos do Supremo Arquitecto do Universo, faleceu ontem na sua casa, ao Restelo, a Senhora D. República. A finada era mãe, avó e bisavó de cavalheiros tão distintos como os membros das famílias Soares, Pinto de Sousa, Louçã, Alegre e outros reputados paladinos da ética que lhe herdou o nome - a estimada ética republicana.

Quis o Arquitecto que nos comanda o destino que o decesso se verificasse precisamente no dia em que Portugal comemora as suas glórias e o seu povo pelos quatro cantos do mundo espalhado. Já em Outubro, a extinta perfazeria 100 anos de existência conturbada, em que soube estar sempre à altura de não deixar os nacionais fazerem o que tinham por mais conveniente ao seu bem. Não, a História registará a intransigência sem limites da falecida e de quantos tiveram a felicidade de com ela lidar - além dos acima referidos, os distintos sportmen Afonso Costa, Bernardino Machado, António José de Almeida, António de Oliveira Salazar e tantos outros que, desde ontem não têm cessado de comparecer ao velório, com o sofrimento estampado no rosto e um cravo vermelho na lapela.

Sempre lúcida até ao fim dos seus dias, enfrentou resignadamente a sua doença. E porque nunca virasse a cara ao combate, dispôs-se já no fim da vida a gastar 10 milhões de euros, na esperança de que a Ciência pudesse ainda fazer algo por si. Era já, porém, demasiado tarde.

O funeral realiza-se amanhã,logo à alvorada, com cerimónias fúnebres no salão nobre do Grande Oriente Lusitano, seguindo depois os seus restos mortais para o cemitério do Alto de S. João onde, por vontade expressa da finada, será dada jazida aos seus restos mortais entre as campas do Buiça e do Costa.

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O embuste

por Pedro Quartin Graça, em 17.02.10

 

O embaixador Francisco Seixas da Costa, à pergunta do Jornal i sobre se considerava necessário alterar o actual busto da República respondeu: "Não acho necessário estar a alterar o busto tradicional da República, que permanece bonito ao longo dos tempos... como a própria República. (...) A Comissão para as Comemorações do Centenário da República devia estimular o fabrico de estatuetas em gesso da República, que deviam ser distribuídas pelas repartições públicas e pelas escolas, como acontecia no passado.”

Ficámos elucidados. Aos 10 milhões que serão gastos nas comemorações do centenário da "idosa senhora" devíamos acrescentar, pagos por todos nós, outros tantos para o fabrico das famigeradas estatuetas em gesso. Porque é que isto tudo me cheira a ranço?

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República

por João Távora, em 05.10.09

 

 

Hoje é dia de visitar este sitio atentamente para que uma mentira mesmo que repetida mil vezes nunca seja tornada verdade.

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Ler os outros

por João Távora, em 01.10.09

(...) Nos regimes monárquicos constitucionais como os do Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Noruega, Luxemburgo, Espanha, Holanda, Bélgica, Japão, Austrália, Canadá, nunca o Chefe do Estado foi acusado de partidarismo, ou se levantaram suspeitas de que serviços secretos andavam a armar-se em espiões partidários.

É preciso irmos às repúblicas dos EUA (Nixon), França (Chirac) ou ao Portugal de hoje, - já sem falar na Itália ou na Grácia por uma simples questão de decoro, - para confirmarmos, mais uma vez, que a natureza da própria República acaba sempre, mais tarde ou mais cedo, neste espectáculo lamentável a que estamos a assistir.

Nas Monarquias constitucionais contemporâneas, o Chefe do Estado - a Coroa - é o garante do suprapartidarismo do Poder Judicial, das Forças Armadas e da Independência Nacional.

Em República as "secretas" andam quase sempre ao deus dará. Umas vezes só nas mãos do Chefe do Estado, outras sob a alçada do Governo da altura.... por entre os "mixericos" partidários de quem irá ser o próximo Presidente...

Mas alguém tinha dúvidas que iam começar mal as comemorações do tal "centenário" da república?

 

Luís Filipe Coimbra 31 da Armada

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Belém: o lado bom do 31

por João Távora, em 23.09.09

 Nuno Miguel Guedes aqui

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Mau para a república

por João Távora, em 21.09.09

 

O que importa sobre o alegado caso das "escutas" a Belém, aqui

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Esta informação é classificada

por João Távora, em 19.08.09

Não se trata dum faits divers de Verão, como muitos querem fazer crer: a suspeita de subordinação ou cooperação da presidência da republica com o partido político que o apoiou é a grande fragilidade da instituição: é desnecessária a espionagem. 

E já agora, o que é que justifica uma página sobre Maria Cavaco Silva no site oficial da presidência, que não seja uma tentativa forçada de "coroação" deste órgão de soberania? 

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O caso da bandeira monárquica

por João Távora, em 16.08.09

O "Caso da Bandeira" que tanto animou as consciências neste pico de Verão, apanhou-me de férias e contribuiu definitivamente para reforçar a minha boa disposição. Como sentimental que sou, confesso que a imagem da bandeira portuguesa azul e branca hasteada nos Paços do Conselho me deu um enorme gozo.

Racionalizando as coisas, a atrevida acção de agit-prop dos quatro bravos do 31 da Armada, para lá duma competentíssima operação de marketing - em que um simples blogue se atreveu a “comandar” a agenda dos media de massas -  teve o mérito de trazer para a agenda mediática a Monarquia e as cores da sua bandeira de uma forma saudável e bem-disposta. Ora é precisamente deste modo que o assunto deve ser debatido: fora da velha formula virulenta e ressentida, assumida por muitos republicanos e alguns monárquicos, herdada dos tempos do regicídio e da revolução da Carbonária e de Afonso Costa. Hoje os tempos da Nação são claramente outros, com diferentes desafios e dificuldades. Por isso essa perigosa e fratricida rivalidade que persiste, não tem hoje razão de existir, e tende a inquinar a discussão.

Da minha militância monárquica, seja através da Plataforma do Centenário ou da Real Associação de Lisboa, reconheço que aquilo que une os monárquicos na realidade (saudavelmente) é muito pouco: há-os de esquerda e de direita, liberais e socialistas, a favor e contra o aborto, ateus e crentes, católicos e protestantes. Tal como acontece com os republicanos. Para exemplificar, acreditem que, abaixo do nível da epiderme, me é mais fácil “entender” com um republicano conservador e católico, do que com um monárquico socialista e agnóstico. Ou seja, a discussão sobre a fórmula de regime de Chefia de Estado proposta por republicanos ou monárquicos, jamais deveria merecer tanto rancor e despeito. É essa relação política doentia entre portugueses que urge desconstruir e relativizar, propósito alcançado pelo Rodrigo Moita de Deus e seus companheiros do 31 da Armada, através do humor e da irreverência. De resto tal não acontecia desde o auge da popularidade de Miguel Esteves Cardoso e da sua candidatura ao Parlamento Europeu.

Eu cultivo o ideal monárquico de uma forma séria... e pragmática. É por isso que, antes de me colocar em bicos de pés numa patética disputa com o regime “incrustado”, o que me preocupa é que se cativem e doutrinem mais e mais monárquicos, de todos os quadrantes políticos e culturais: portugueses, patrióticos e descomplexados que acreditem que Portugal, a mais antiga nação do continente, merece lugar ao lado das antigas e prósperas monarquias europeias. E já agora que esse desígnio seja um dia por este nobre povo alcançado debaixo duma bandeira verdadeiramente digna de si e da sua história: a mais bela bandeira do mundo.

 

Também publicado aqui

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Ainda a (des)compostura de Sarkozy

por João Távora, em 31.10.07
Na república, o lugar da mulher do Chefe de Estado, a chamada "1ª Dama", é um tão ilegítimo como inevitável devaneio patrocinado pelos media para gáudio da turba. Definitivamente o personagem colhe e garante um bom retorno no negócio do circo mediático. Não me parece viável que um candidato a chefe de estado oculte a sua realidade familiar e afectiva. O ideal será de facto que ela promova boa imprensa e simpatia popular à instituição e ao protagonista. Quer se queira quer não, a mulher dum candidato terá sempre o involuntário poder de promover ou estorvar a sua imagem pública. Um verdadeiro berbicacho.
Sendo por natureza o divórcio um penoso acontecimento do foro privado, sendo a figura do casamento alheia à instituição do cargo, indica o bom senso a um mediano jornalista que o assunto é impertinente e que extravasa claramente o interesse público.
Parece-me saudável a atitude de Nicolas Sarkozy perante a indiscreta jornalista americana. Parece-me inquietante o aparente descontrolo emocional que sobressai na tomada de posição do Presidente da República Francesa.

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Sinais

por João Távora, em 06.10.07
À passagem do 5 de Outubro, os media do sistema e os cronistas regimentais ignoraram olimpicamente a reflexão e o “contraditório” à desgastada república. Por outro lado, na blogosfera essa análise aconteceu tanto da parte de monárquicos como de republicanos com profícuas e plurais abordagens... num coro de inconformadas reservas.
O mais evidente sinal de decadência dum regime é quando os seus anafados actores, acomodados e corrompidos até à medula, se tornam autistas.

Fotografia de Paulete Matos via Zero

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D. Carlos em Cascais

por João Távora, em 19.09.07
Enquanto hoje, para deleite dos apaniguados da república, Aquilino Ribeiro vai a trasladar para o Panteão Nacional - não sei sob que critério - permitam-me dar nota de que foi inaugurada no passado Sábado, aqui no meu concelho de Cascais, na rotunda D. Carlos I, Areias – Guincho, uma singela estátua desse nosso notável Chefe de Estado, penúltimo rei constitucional de Portugal, herói e mártir, a quem o país e a história tardam em fazer justiça. Na cerimónia de inauguração marcaram presença António Capucho, Presidente da Câmara Municipal e D. Duarte de Bragança.

P.S.I: Infeliz o povo acrítico que ignora a sua história, despreza os seus heróis e mitifica a mediocridade.
P.S. II: Apaniguado: adj. e s. m., protegido; favorecido; favorito.

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Festas e romarias

por João Távora, em 26.07.07
Como o João Gonçalves, até compreendo que se podia recuperar o dia 24 de Julho para o calendário de festas do regime, como sugere Medeiros Ferreira no Bicho Carpinteiro. A malta gosta de festas e feriados, e para estímulo nacional há que alimentar alguns mitos. Mas aqui entre nós, que ninguém nos oiça, o que festejamos no 5 de Outubro? Além da ditadura “democrática” que pôs o país num caos e da “bandeira de pretos”, como dizia o republicano Guerra Junqueiro, que razão temos para fazer festa? O voto das mulheres? Eleições livres? Liberalismo económico? Liberdade de imprensa? Liberdade de culto? Mais ensino? Paz social? Tolerância nos costumes?
Sobre o assunto, desafio Medeiros Ferreira, por quem nutro uma simpatia "empírica", a dar-nos uma resposta intelectualmente honesta e historicamente fundamentada.

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Amanhãs que brilham

por João Távora, em 02.05.07
Ainda a respeito dos amanhãs que brilham do centenário da república do Portugal dos pequeninos, obrigatório ler este texto do João Gonçalves. De resto, para que conste, eu não nutro qualquer ódio por ninguém. Mesmo ao mais empedernido ateu, republicano, homossexual ou... benfiquista. Era o que mais faltava!

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Lá vamos cantando e rindo...

por João Távora, em 30.04.07
O nosso zeloso regime republicano, (de Arriaga, Teófilo, Cabeçadas, Salazar, Tomaz, Gomes, Soares e tantos outros), que tão exuberantemente nos vem governando há quase 98 anos, prepara, pela cabeça das suas luminárias oficiais, umas opíparas e masturbatórias celebrações centenárias. O regime implantado pela força da violência, e arreigado à custa da mentira e da ingenuidade popular pretende dentro em breve promover-se em opulenta festa nacional. À conta dos meus impostos. Para isso, não serão poupados esforços na propaganda ou meios para a maquilhagem da história. Antevêem-se para esta orgia regimental a consumação de novas e prometidas conquistas populares, como uma lei para o casamento entre homossexuais e quem sabe que outros brindes mais.

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