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O candidato à presidência do PSD Pedro Passos Coelho propõe na sua moção de estratégia global um modelo de voto preferencial opcional nas legislativas, que permita aos eleitores indicarem, além do partido, o candidato que preferem.

O candidato afirma que: "Sem prejuízo de podermos vir a considerar outras alternativas existentes nos sistemas político-eleitorais, defendemos a introdução de mecanismos de personalização das escolhas pela via do voto preferencial opcional”, refere a moção de Passos Coelho, no capítulo da reforma do sistema político.

Trata-se de um “mecanismo que requer a reconfiguração dos círculos eleitorais, de modo a combinar a existência de um círculo nacional com círculos locais menores, onde o eleitor poderá exercer um voto nominal escolhendo, assim, o seu candidato preferido, para além da escolha do partido da sua preferência”, expõe o candidato à presidência do PSD.

“A reforma manterá, essencialmente, o sistema de representação proporcional que vigora hoje, mas abre espaço à correcção de um dos aspectos em que o seu desempenho tem sido menos eficaz: aproximação de eleitores e eleitos”, considera.

 

Comentário: Esta proposta assemelha-se à que já no passado ano foi apresentada pela FEH (Coligação eleitoral para as Legislativas de 2009 entre o MPT e o PH) e na sequência da que, há anos, foi apresentada pelo MPT  sendo pois uma evolução positiva mas todavia insuficiente.

o MPT propôs a implementação do sistema de duplo voto em todos os actos eleitorais, propiciando que os eleitores possam escolher não só a lista, mas também o candidato, dentro da mesma, da sua preferência. Mas também avançou com a criação de um círculo eleitoral único nacional para eleição de um terço dos deputados à Assembleia da República, por forma a aumentar a representatividade deste órgão de soberania.  

Depois de relexão mais aprofundada pessoalmente defendo  a conciliação de um círculo nacional único com outros círculos mas de tipo plurinominal. Se assim fosse o fenómeno "cacicagem" seria muito atenuado o que sucederá forçosamente com a existência de um sistema de características uninominais.

Ainda a "Lei da Rolha"...

por Pedro Quartin Graça, em 16.03.10

Uma coisa era criticar antecipadamente a proposta apresentada por Pedro Santana Lopes no Congresso - e que este votou favoralmente, recorde-se - e que ficou conhecida como "Lei da Rolha". Outra, bem diferente, é a dificuldade de muitos dos participantes em Congresso em reconhecer que, ao contrário da sua fraca prestação em sede de análise de propostas de alteração estatutária, Santana fez atempadamente os trabalhos de casa e eles, "maus alunos", não, vindo só agora a terreiro gritar "aqui d´el Rei"...

De um ponto de vista partidário bem compreendo Pedro Santana Lopes dado que os líderes partidários são inacreditavelmente apoucados pelos seus opositores nos media tempos antes das eleições sem que nada possam fazer contra. Por outro lado, creio que a norma é realmente de duvidosa constitucionalidade por violação do direito à liberdade de expressão. Ora aqui começa a demogogia. Em primeiro lugar por parte do Partido Socialista que se "mete" num assunto com o qual nada tem a ver. Se existe entidade que deve verificar da legalidade dos Estatutos do PSD é o Ministério Público junto do Tribunal Constitucional. Por outro lado, por parte de todos os candidatos à presidência do PSD que, no local certo, nada disseram sobre a polémica proposta e agora se aprestam a vociferar contra ela.

A conclusão que se pode tirar é que 99% dos participantes no Congresso votou algo que não leu - o que se lamenta - e que quem promoveu o Congresso - Santana Lopes - apresentou propostas sérias, ainda que polémicas, de alteração estatutária e que apenas beneficiam quem vier a ser presidente do PSD, mas, no final,"ficou com a fava". No fundo, e se necessário fosse, apenas a confirmação de quão ingrata é a política.

Os momentos mais divertidos do Congresso laranja

por Pedro Quartin Graça, em 15.03.10

O símbolo partidário do momento

por Pedro Quartin Graça, em 15.03.10

O candidato à liderança do PSD José Pedro Aguiar-Branco afirmou hoje que vai pedir a averiguação da inconstitucionalidade da norma que impõe sanções aos militantes que critiquem a direcção do partido 60 dias antes de eleições, já conhecida como "Lei da Rolha". A referida norma interna foi aprovada este fim de semana no Congresso do PSD com 352 votos favoráveis, 102 abstenções e 76 votos contra. Todos os candidatos à liderança afirmaram estar contra esta alteração. Apenas a actual líder, Manuela Ferreira Leite, concordou com esta mudança, de autoria do ex-Presidente do PSD Pedro Santana Lopes.

«Ganhar ao Vital Moreira até eu ganhava»...

por Pedro Quartin Graça, em 14.03.10

 

Foi a frase mais demolidora do Congresso do PSD e é da autoria do Presidente da C.M. das Caldas da Raínha, Fernando Costa, que, no seu aplaudido discurso, "arrumou", de uma assentada, e apesar de alguns elogios, com a direcção de Ferreira Leite e com Paulo Rangel cujas caras mais pareciam reflectir a presença num velório. No final quem fará a festa?

De Cascais a Mafra é um "pulinho"...

por Pedro Quartin Graça, em 07.03.10

O Pavilhão Desportivo Municipal Engenheiro Ministro dos Santos, em Mafra, foi o local escolhido para o XXXII Congresso do PSD, de 13 e 14 de Março, que vai anteceder as eleições directas de 26 de Março para a liderança do partido. Sabendo-se que Marcelo Rebelo de Sousa se encontra actualmente sem qualquer ocupação complementar à de professor universitário, sobrando-lhe portanto muito tempo da sua longa jornada diária de 19 horas de trabalho, e que a distância entre Cascais e Mafra é, na verdade, um "pulinho", os receios de alguns é que o conhecido professor aproveite as datas para assistir a um concerto dos seis órgãos da basílica daquela localidade... Há quem afiancie até que se Marcelo puser os pés em Mafra os órgãos começarão de imediato a tocar para alertar o Congresso de que o "perigo está à vista"...

 

Ana Lourenço. Há casos em que o árbitro ganha...

Mais um

por Pedro Correia, em 26.11.09

Mais um tiro do PSD no próprio pé. E este é de grande calibre.

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Destaque

por Pedro Correia, em 22.11.09

Para este artigo de Vasco Pulido Valente. Diz o essencial sobre este PSD crepuscular.

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Tantos a falar para dizer o mesmo de sempre

por Pedro Correia, em 31.10.09

 

"Não há ninguém em melhores condições de ser presidente do PSD do que o professor Marcelo Rebelo de Sousa", veio agora dizer José Eduardo Martins. Fazendo coro com Paulo Rangel, José Luís Arnaut, Alexandre Relvas, José Matos Correia, Nuno Morais Sarmento, Macário Correia e Guilherme Silva, entre outros (são já tantos que começo a perder-lhes a conta). Vários destes membros do clube de 'notáveis' do partido integraram as direcções de Durão Barroso, Santana Lopes, Marques Mendes, Luís Filipe Menezes e Manuela Ferreira Leite. Só descobriram que Marcelo é "o melhor presidente do PSD" depois de terem dito o mesmo de Durão, Santana, Mendes, Menezes e Manuela. Querem que Marcelo sirva agora de argamassa para colar os mil cacos em que se transformou o partido precisamente pela acção (e omissão) de muitos destes notáveis, sempre dispostos a empurrar os outros para o palco sem arriscarem eles próprios dar um passo nessa direcção. Com isso podem inviabilizar a melhor candidatura presidencial de direita, daqui a 15 meses, na hipótese de Cavaco Silva não se recandidatar. Mas isso pouco lhes interessa desde que consigam prosseguir a tranquila gestão das suas actividades profissionais com ocasionais incursões na vida partidária para manter a espécie de baronato vitalício que lhes foi outorgada. É caso para perguntar a alguns deles por que motivo, estando tão preocupados com o futuro do PSD, não aceitaram sequer um lugarzinho elegível nas listas parlamentares do partido. Manuela Ferreira Leite ter-lhes-ia agradecido.

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Às vezes convém lembrar o óbvio

por Pedro Correia, em 31.10.09

Lamento recordar, mas no PSD a escolha do líder não resulta de um concílio de notáveis, mas do voto secreto, expresso por milhares de militantes. Queriam as directas? Pois as directas implicam isto. A opinião de um notável vale o que vale: um voto. E nada mais.

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Mais do mesmo, mais do mesmo

por Pedro Correia, em 29.10.09

Parece uma operação militar. No mesmo dia, na mesma noite, quase à mesma hora, um conjunto de notáveis - certamente sem terem acertado posições previamente - decidem criar uma 'vaga de fundo' que possibilite a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa à presidência do PSD. Paulo Rangel na RTP, José Luís Arnaut na SIC Notícias, Alexandre Relvas na Rádio Renascença, José Matos Correia e Nuno Morais Sarmento ao semanário Sol - por assinalável coincidência, em uníssono todos incentivam Marcelo a avançar. Reedita-se a lógica dos senhores feudais com pretensão de decidir quem será o líder que se segue no maior partido da oposição, procurando condicionar a vontade das bases por um conjunto de manobras palacianas. Repete-se assim um dos maiores erros que têm vindo a ser cometidos na última década e meia no maior partido da oposição, impedindo um verdadeiro debate interno entre os sociais-democratas. Como escreve o Paulo Gorjão, "quando Marcelo Rebelo de Sousa os deixar de mão a abanar, todos eles serão responsáveis por, objectivamente, terem tornado o candidato que emergir no seu campo numa segunda escolha".

Mais do mesmo - sempre mais do mesmo - no partido enquanto o mundo todo muda em redor. Dir-se-ia que ninguém aprendeu nada com a imensa sucessão de erros cometidos na última década, nos últimos anos, nos últimos meses.

 

ADENDA

Paulo Rangel merece entretanto ser felicitado por ter garantido esta noite, na entrevista dada à RTP, que honrará o mandato no Parlamento Europeu para que foi eleito em Junho. É uma decisão que deve ser aplaudida, até por contrariar outras, como a de João de Deus Pinheiro. Verifico com agrado que me enganei ao escrever este postal: Rangel faz questão de assumir os compromissos. Um ponto claro a seu favor.

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Mais um impasse no PSD

por Pedro Correia, em 27.10.09

Comentado aqui.

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Rangel pronto para correr

por Pedro Correia, em 24.10.09

 

Ontem vi Paulo Rangel na televisão. Não ouvi o que disse, mas reparei que tem óculos novos e está visivelmente mais magro. Fiquei portanto sem qualquer dúvida de que vai correr à presidência do PSD, esse partido onde - segundo garantem alguns blogues sempre bem informados - Pedro Passos Coelho é o único militante que se preocupa com a imagem.

 

Na foto: Paulo Rangel antes do lifting

Direito ao assunto

por Pedro Correia, em 18.10.09

Em entrevista ao DN de hoje, conduzida por João Céu e Silva, Ângelo Correia faz um balanço muito lúcido da actual equipa directiva do PSD. Sem papas na língua.

 

Alguns destaques:

- "O PSD fechou-se sobre si próprio numa cultura de aparelho."

- "A campanha de Manuela Ferreira Leite não existiu."

- "Manuela Ferreira Leite não olhou para Portugal. Olhar para Belém ou para São Bento pode ter a sua importância, mas nesta altura interessava olhar para o País. Falhou a relação directa do partido com o povo."

- "Manuela Ferreira Leite e a sua equipa são em primeira linha os maiores responsáveis pelo que aconteceu."

- "Se fosse líder sentia-me demitido na noite das eleições autárquicas."

- "Como não podemos demitir o povo, pelo facto de julgar de uma ou de outra maneira, temos de respeitar sempre a vontade popular."

- "Para Manuela Ferreira Leite foi mais importante a opinião de duas pessoas do que o partido inteiro e o País."

- "Lógico seria Manuela Ferreira Leite e a sua equipa demitirem-se, o partido agradecer o trabalho que desempenhou - seguramente a senhora fez o melhor que sabia e o que podia. Não podia era mais."

- "Espero que [o próximo líder] obtenha uma grande maioria e que não esmague quem perdeu."

 

Não se podia ser mais claro. Quem discordar, que atire a primeira pedra.

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Quadratura do círculo

por Pedro Correia, em 17.10.09

Ainda a líder anterior do PSD está em funções e já há quem escreva isto sobre o próximo líder. José Sócrates não tem nada a temer desta oposição.

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Quatro anos é muito tempo

por Pedro Correia, em 03.10.09

Guião pós-eleitoral do PSD. A ler aqui.

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O PSD começou a perder por isto

por Pedro Correia, em 28.09.09

Quando precisava de congregar as hostes, mobilizando todos os militantes numa causa comum para aproveitar a dinâmica criada nas europeias, Manuela Ferreira Leite viu o seu guru de estimação recomendar-lhe isto:

"Falsos "novos" como Passos Coelho usam a face como estratégia de marketing e o "novo" como mecanismo de reciclagem." (28 de Junho)

E isto:

"A ideia de que as listas são representação interior dos grupos e facções também tem pouco sentido, particularmente quando esses grupos e facções não tem qualquer consistência ideológica representando apenas um agregado de interesses internos e externos. Que Sócrates convide Alegre, compreende-se porque alarga para fora, para o país, porque Alegre significa alguma coisa fora do PS." (16 de Julho)

Ela cometeu o erro de lhe dar ouvidos. Os resultados estão à vista.

Está encontrada a nova maioria

por Pedro Correia, em 28.09.09

 

 

Fazer maioria com o CDS? Para quê uma maioria com o CDS? O apoio parlamentar essencial de que José Sócrates necessita na nova legislatura está encontrado: vem da bancada do PSD. Lembremos factos: durante a campanha eleitoral, cabeças de lista sociais-democratas, como João de Deus Pinheiro e Couto dos Santos, admitiram a formação de um novo bloco central, enquanto Paulo Mota Pinto não excluía esta hipótese. Mas lembremos mais: a própria Manuela Ferreira Leite, antes de ser líder do PSD, subscreveu o núcleo central da governação socialista. Elogiou a reforma da segurança social feita por Vieira da Silva. Aplaudiu a concertação orçamental conduzida por Teixeira dos Santos. Defendeu a celebração de pactos PS-PSD para a justiça, segurança interna e leis eleitorais. Considerou "absolutamente essencial"  a reforma da rede hospitalar iniciada por Correia de Campos, condenando a "reacção emotiva" do PSD, ao contrário até de muitos socialistas. E destacou a "coragem" de Maria de Lurdes Rodrigues por levar a cabo a sua política educativa.

Era com esta líder que alguns, no PSD, sonhavam ganhar eleições. É com esta deputada, e alguns outros, que Sócrates sonha fazer maioria no Parlamento.

Comentador-candidato e candidato-comentador

por Pedro Correia, em 25.09.09

Pacheco Pereira, que concorre a deputado pelo PSD, despiu com ligeireza a farda de candidato e vestiu a farpela de comentador para proclamar esta noite, na SIC Notícias, que "há em Portugal um problema de liberdade". Fala com a autoridade de quem tem tribuna montada num jornal, numa revista, num canal de televisão, numa emissora de rádio e num blogue de grande audiência. Poucos políticos podem gabar-se de tão vasta multiplicação de palcos como este mentor da tese da 'asfixia democrática', vítima de morte súbita na mais recente deslocação de Manuela Ferreira Leite à Região Autónoma da Madeira. O mesmo comentador-candidato salientou, no mesmíssimo canal televlsivo onde habitualmente perora, que "o PS impediu nesta campanha que se fizesse o escrutínio da sua governação", passando assim um atestado de incompetência política ao partido pelo qual se candidata. Isto antes de tecer longas considerações sobre ética jornalística, matéria em que pretende ser exímio.

Um exemplo de ética deu-lhe o socialista António Costa, seu companheiro das tertúlias televisivas de quinta-feira, que suspenderá a participação no programa durante o período oficial da campanha autárquica, pois é recandidato em Lisboa. Já o candidato-comentador Pacheco, ao contrário de Costa, manteve lugar cativo no programa durante a campanha legislativa, o que naturalmente o coloca em excelente posição de dar lições de moral aos outros. É o que certamente continuará a fazer neste país onde "existe um problema de liberdade": há por aí alguns órgãos de informação, vejam lá o escândalo, onde o candidato Pacheco ainda não é comentador.



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