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5 de Outubro

por João Távora, em 23.09.10


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4 de Outubro

por João Távora, em 23.09.10


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Uma imagem vale mil palavras

por João Távora, em 11.09.10

 

... e esta é fabulosa!

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O centenário da idosa senhora

por Pedro Quartin Graça, em 05.09.10

Retirado daqui.

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Uma cronologia para a memória

por João Távora, em 31.08.10

 

Completa-se hoje no blogue do Centenário da República o ciclo dum ano de posts diários duma Cronologia da 1ª República: durante os últimos doze meses, diária e persistentemente, o Daniel Nunes Mateus, estudante do 2ª história e colaborador da Plataforma do Centenário da República marcou os factos mais relevantes desses tumultuosos e aflitos dias.

Enquanto uma minoria de fundamentalistas gastam os recursos públicos a festejar um golpe de Estado e o subsequente regime tirânico que enterrou o país na falência, a Plataforma do Centenário cumpre o desígnio de confrontar a nação com os factos e não com um regime idealizado e abstracto. Esse é o objectivo do nosso projecto e é sem dúvida um grande mérito desta empreitada do Daniel. Que a partir de amanhã 1 de Setembro será reeditada, a bem da memória.

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O lobo a tomar conta dos cordeirinhos

por João Távora, em 22.07.10

 

O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro  por ocasião do centenário da implantação da República.  A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo.

 

Daqui

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Uma Causa Nacional

por João Távora, em 05.07.10

 

Por mais que tal seja silenciado pelos grandes meios de comunicação do regime, suspeito que o sistema duma chefia de Estado monárquico constitucional atrai muitas mais simpatias em Portugal do que nos querem fazer crer. Para além daquelas elites e quadros que se escondem mais ou menos envergonhados nos diversos partidos e órgãos de poder da república, basta puxar a conversa na rua ou nas escolas, percorrer os mais influentes blogues e redes sociais para obter consciência de que a Causa Monárquica tem adesão e muitos simpatizantes. E aqui refiro-me a “simpatia” com o seu significado intrínseco e distinto de “militância”: para descanso dos mais empedernidos republicanos, a questão da chefia do Estado está longe de ser prioritária para a frágil classe média portuguesa, para quem são decisivas as contas da governança corrente de que depende a subsistência material duma família portuguesa.

De resto, como eu previ há algum tempo, desconfio que o que prevalecerá nas comemorações do Centenário da República por este País que se arrasta acabrunhado na História e no fundo de quase todas as tabelas de indicadores de bem-estar e progresso, é a brutalidade e infâmia do regime antidemocrático que sobreveio sujo de sangue em 1910, e que degenerou no regime de Salazar. O que sobrará destes festejos inusitados, é o reconhecimento e a divulgação duma outra bandeira que foi portuguesa e de liberdade.

Aqui chegados, acredito constituir o próximo dia 5 de Outubro, que está já aí na curva do calendário a seguir às férias, uma oportunidade ímpar na História para uma pacífica mas categórica mobilização de muitos portugueses monárquicos ou simples simpatizantes. Julgo que esta será uma ocasião preciosa para se prescindirem de divisões, comodismos ou egoísmos e sairmos à rua para restaurarmos o sonho de sermos Portugal. Não constando ainda nenhum programa ou acção para a efeméride que se aproxima, cabe à direcção nacional da Causa Real em consonância com as Reais Associações locais, assumirem com ambição o protagonismo que o calendário e a História este ano nos oferece de mão beijada. E cabe decididamente a todos os simpatizantes desvanecerem as suas dúvidas e hesitações e prepararem-se para assumirem o protagonismo que a ocasião exige.

No próximo dia 5 de Outubro a todos se nos exige a devolução da esperança ao futuro de Portugal. Onde seja, estaremos presentes.

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Neste ano centenário da república, a ciência histórica académica parece ter estabilizado em volta de uma tese que, afastando-se das interpretações do republicanismo ortodoxo e reconhecendo muitas das falhas do regime inaugurado em 1910, tenta ainda salvaguardar a pureza do ideal republicano, salientando o presumível contraste entre uma doutrina imaculada e o regime que realmente se implantou. A república terá sido, a fazermos fé no que nos dizem catedráticos e investigadores especializados, um ideal que não se cumpriu, um sonho que falhou a sua realização concreta. As grandes figuras do regime transformam-se, nas mãos de biógrafos complacentes, em actores de um grande drama, que começa no vigor dos impulsos generosos e acaba na amargura da desilusão.

Esta forma de apresentar os dados históricos, representa já um assomo de rebeldia, quando comparada com a estrita apologia da primeira república, devotamente praticada pelas gerações de historiadores-militantes (...).

A distinção rigorosa dos dois planos do republicanismo, o da propaganda em que se teriam manifestado todos os sentimentos generosos e o da implantação do regime, em que teriam vindo à superfície todas as incompatibilidades e todas as dissenções, embora revele um meritório esforço de independência frente à tradicional veneração pelos poderes constituídos, deixa ainda de fora a maior parte das explicações possíveis para o  carácter bizantino e as insustentáveis contradições da experiência republicana em Portugal. Remetendo as interpretações para o campo do drama pessoal, para a dolorosa consciência do abismo que separa o sonho e a realidade, deixa por explicar como se deu a súbita transformação dos sonhadores em opressores. Para quem leia os nossos académicos, parece que a metamorfose se deu de um dia para o outro, que os idealistas da véspera se tornaram os intriguistas do dia seguinte, que os adeptos do sufrágio universal e da liberdade de imprensa se viram num passe de magia transfigurados nos seus mais convictos inimigos. (...)

 

Carlos Bobone, na integra aqui

 

* A não perder este fim-de-semana em Viseu, no Teatro Viriato a grande exposição A REPRESSÃO DA IMPRENSA NA 1ª REPÚBLICA

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Em Loures, numa escola diferente

por João Távora, em 04.06.10

Louvo a coragem e a abertura da direcção da Escola EB 2-3 João Villaret no Infantado, em Loures. Aqui deixo o meu testemunho duma manhã a debater a republica e a monarquia com cerca de sessenta miúdos entre os dez e os doze anos: com escolas e jovens assim, prevalece a esperança!

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Serviço público

por João Távora, em 29.05.10

 

O João Afonso Machado esteve na Escola E. B. 2, 3/S de Barroselas, no concelho de Viana do Castelo em representação da Plataforma do Centenário num debate sobre República/Monarquia, no âmbito das Comemorações do Centenário da República Portuguesa. Esta escola recusando-se ficar pela propaganda prestou um serviço aos seus alunos. De facto, ganhou a democracia. Obrigado João!

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Das palavras aos actos

por João Távora, em 28.05.10

 

 

O sufrágio universal foi uma das principais reivindicações da propaganda republica... nos tempos da monarquia constitucional. Após a revolução as prioridades alteraram-se.

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A nossa liberdade condicional

por João Távora, em 22.05.10

 

 

Passou demasiadamente despercebida na blogosfera a notícia publicada ontem no Jornal i sobre a um projecto escolar no distrito de Aveiro a respeito dos cem anos da república portuguesa em que alguém se atreveu a incluir um quadro sobre o período da 2ª República. Lendo a notícia não se percebe tanta indignação, porquanto professora Joaquina da Conceição, responsável pelo projecto defende que conhecendo o Estado Novo "podemos compreender o 25 de Abril e perceber porque é que o 25 de Abril foi necessário".

O Estado Novo continua ser injustamente o parente pobre da nossa centenária república, apesar de não passar dum subproduto do regime terrorista seu antecessor. De resto, não será por acaso que a indignação de alguns escrupulosos pais e professores tenha sido assumida pelo deputado do Bloco de Esquerda Pedro Soares, que se tomou de calores denunciando obrigar alunos menores de idade a serem actores num acto laudatório e acrítico de uma página negra da história de Portugal. A História instrumental sempre teve os seus mais fanáticos partidários e pior do que apagar ou adicionar factos, só mesmo a sua manipulação: os mais atentos sabem bem que o regime jamais promoverá uma rememoração isenta da república que celebra e publicita pelas escolas do País. Como bem sabemos a estratégia da Comissão para as Comemorações do Centenário da República contornou habilidosamente os engulhos que constituem os factos históricos com um discurso exclusivamente focado nas intenções e princípios abstractos da democracia, aliás emergentes e comuns às monarquias constitucionais modernas. De resto uma abordagem desapaixonada aos factos subsequentes ao golpe de estado do 5 de Outubro, como as perseguições à Igreja, os assaltos e encerramentos de jornais, a restrição aos ancestrais direitos de voto, as prisões políticas, a criação da Formiga Branca, organismo antecessor da PIDE e todo o terrorismo de Estado, seriam assuntos de insubestimável importância para uma compreensão do golpe militar de 1926 e a emergência de Oliveira Salazar e do Estado Novo.

Triste é constatar que afinal os portugueses, através dos seus media e representantes eleitos, mantém a terminante e comprometedora recusa de se olharem cruamente ao espelho da sua história, livres de tabus e preconceitos ideológicos: essa é uma matéria cada vez mais limitada ao meio científico e académico que afinal o regime zela vigilante para que não extravase as bibliotecas e os gabinetes e universidades.

 

Publicado originalmente aqui

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Com uma simples pesquisa no google para as palavras “Cronologia da República”, verifica-se como enquanto a Plataforma do Centenário apresenta e analisa os factos subsequentes à implantação da mesma, o site oficial expõe alguns faits divers criteriosamente escolhidos relativos aos anos precedentes da revolução, que o mais das vezes revelam um regime tolerante e democrático. O mesmo acontece com os temas das diversas rubricas radiofónicas que tenho ouvido aleatoriamente nalgumas estações reverentes ao regime como a TSF e a Antena 1. Este desplante não é de espantar, tais foram as trágicas consequências da dita revolução que ninguém com um mínimo de honestidade pode negar, e que só com má fé alguém se poderia orgulhar. De resto vale tudo para promover a confusão entre os ideais de 1826 e as intenções jamais cumpridas pelos republicanos de 1910. Como um dia vaticinou Eça de Queiroz: O Partido Republicano em Portugal nunca apresentou um programa, nem verdadeiramente tem um programa. Mais ainda, nem o pode ter: porque todas as reformas que, como Partido Republicano, lhe cumpriria reclamar já foram realizadas pelo liberalismo monárquico. (…) A república não pode deixar de inquietar o espírito de todos os patriotas.


 

Publicado também aqui

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Portugal ao espelho

por João Távora, em 01.05.10

 

 

Criou-se uma ideia (...) de que Portugal é um País de brandos costumes. Será? Sem falar em Camarate (...) nós temos no "activo" além da Noite Sangrenta, o Regicídio e o assassinato de Sidónio em escassos treze anos. É de admitir que quem tem razão é Oliveira Martins que diz que Portugal tem vivido entre um lirismo bucólico e uma ferocidade africana.

 

Imagem daqui

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Sob o jugo do G.A.D.U.*

por João Távora, em 15.04.10

 

 

Um interessante artigo sobre a bandeira nacional pode ser lido aqui.

 

* Grande Arquitecto do Universo

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Mártir por acidente

por João Távora, em 31.03.10

 

 

A posição eminente do psiquiatra Miguel Bombarda no martirológio republicano pode avaliar-se contando o número de placas toponímicas dedicadas a ele por todos os cantos do país. Tal como os arqueólogos deduziram, pelo abundante número de lápides a ele consagradas, que o deus Endovélico era uma das maiores figuras da religião dos lusitanos, também o investigador desse mundo obscuro que é o republicanismo português, avaliará a suma importância deste grande mártir republicano, se viajar de Norte a Sul de Portugal ou de Leste a Oeste, embrenhando-se no interior do país profundo ou deixando-se ficar pela frescura do litoral. Por toda a parte encontrará o nome do ilustre psiquiatra oferecido à veneração pública, nesses autênticos altares do laicismo republicano que são as placas toponímicas. Leia na integra aqui »»»»

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Uma análise inédita

por João Távora, em 10.03.10

 

aqui

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A toponímia republicana e Fernando Pessoa

por João Távora, em 05.03.10

 

 

Na Imagem: Afonso Costa e outros republicanos na cerimónia

 oficial da substituição da placa toponimíca pela nova do Largo do Directório.

 

Um dos poucos indiscutíveis atributos dos republicanos de 1910 foi o revisonismo de grande parte da toponímia nacional: por exemplo em Lisboa, entre muitas outras renomeações, a avenida Rainha D. Amélia passou a chamar-se avenida Almirante Reis, o comandante da revolta que se suicidou dois dias antes da revolução, a avenida Ressano Garcia, foi rebaptizada avenida da República, e a Av. António Maria Avelar é hoje conhecida por avenida 5 de Outubro.

Também o sitio onde nasceu Fernando Pessoa, refinado antipatizante do regime e da sua casta emergente, o Largo de S. Carlos, onde se situou a sede(directório) do Partido Republicano Português foi vítima da sua voracidade recriadora e passou a chamar-se Largo do Directório. Sobre o assunto, na célebre carta a João Gaspar Simões, Fernando Pessoa diz, a dado passo: «O sino da minha aldeia, Gaspar Simões, é o da Igreja dos Mártires, ali no Chiado. A aldeia em que nasci foi o Largo de S. Carlos». Esta é a parte mais conhecida, mil vezes citada, mas o texto vulgarmente omitido continua assim: " (...) foi o Largo de S. Carlos, hoje do Directório, e a casa em que nasci foi aquela onde mais tarde (no segundo andar; nasci no quarto) haveria de instalar-se o Directório Republicano. (Nota: a casa estava condenada a ser notável, mas oxalá o 4.º andar dê melhor resultado que o 2.º)»

 

*Com a colaboração de Vasco Rosa

 

Publicado originalmente aqui

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De pequeninos se lhes torce o destino

por João Távora, em 25.02.10

 

A república ensinada às criancinhas, aqui

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A propósito de pobreza...

por João Távora, em 03.02.10
Photobucket

Desenho de 1923, publicado na "A BATALHA" em Dezembro, da autoria de Stuart Carvalhais.

 

daqui

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