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Nem a alarmante crise, nem o atoleiro em que o país se encontra, nem mesmo os novos partidos que desta vez se apresentaram a votos, serviram para mobilizar cerca de três milhões e setecentos mil portugueses que teimam em alhear-se dos destinos da sua pátria: suspeito que somando estes números aos votos brancos e nulos, pelo método de hondt eles traduzir-se-iam numa maioria parlamentar.
Este panorama e os fantásticos resultados obtidos pelo CDS conferem à sua direcção um redobrado dever de lealdade para com os eleitores, exigindo-se ao partido uma oposição sem concessões ao "centrão" e uma determinada resistência aos cantos de sereia do poder imediato: creio que o crescimento do eleitorado do CDS-PP perspectiva-se inequivocamente à direita e numa grande maioria desiludida que urge resgatar à política. É tempo da direita construir confiança e crescer para salvar de Portugal.
O resumo das minhas ideias está aqui
Haverá ainda alguém que não leu o programa do CDS? Aqui está.
Baralhação 1: E se o Partido Socialista ganhar as eleições, isto é, se for o partido mais votado – embora sem maioria no hemiciclo –, mas o Partido Social Democrata e o Centro Democrático Social, juntos, ultrapassarem a fasquia dos 115 deputados?
Eu sei, eu sei: é um cenário muito, muito, muito pouco provável. Mas às vezes a política – como a vida – tem destas coisas…
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