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Consta que, interpelado pelo presidente americano Theodore Roosevelt sobre o papel que desempenhava, o Imperador Francisco José, da Austria-Hungria, terá respondido - a minha missão como rei é defender o meu povo dos seus Governos.
Eis como se diz tudo. E cem anos depois, estas palavras, com estes propósitos não podem ser mais actuais.
Em monarquia, o Rei é o Chefe de Estado apenas por inerência das suas funções essenciais, as de representante da Nação - da nossa História, da nossa entidade cultural, da nossa independência, da nossa projecção num futuro sem termo.
A índole política da chefia estatal tem um alcance meramente instrumental no contexto do significado nacional do Rei e da Família Real.
O que tudo é tão mais verdade quanto é certo, em marés de Positivismo, a lei passou a - citando António Sardinha - determinar a sociedade, em vez de unicamente a exprimir. Quer dizer, nos tempos correntes em que o Estado, inchando sempre, desenfreadamente voraz, passou a alimentar-se à custa dos cidadãos.
Paradoxo dos paradoxos, a saúde das gentes recomenda hoje, mais do que nunca, uma anarquia sã, pelo enaltecimento do municipalismo; e um regime estável, apenas alcançável pela aplicação do Princípio Dinástico. Pela Monarquia, enfim.
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A propósito da hipótese que levanta de o próprio V...
Então, não me diga que na lei diz lá para entrarem...
Eu se estivesse no lugar de André Ventura desistia...
Essa questão já foi respondida (no geral Internaci...
Fiquei sem preceber por que é que a campanha do al...