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À espera de quê?

por João-Afonso Machado, em 22.12.13

Se é verdade, é notável e o grande problema só não ficará resolvido porque não se quer. Falo de dinheiros. Mais propriamente dos 368 milhõres de euros que, diz-se, as empresas públicas gastam por ano em suplementos remuneratórios, correspondendo a 13,4% dos gastos totais com o seu pessoal. Uma verba que o Tribunal de Contas dispõe devidamente descriminada e onde só na rúbrica "mais regalias" se inscrevem 81 milhões de euros.

Trata-se - diz também quem saberá - de uma importância equivalente à que terá de ser (aonde?, quando?) descoberta para compensar o chumbo da «convergência de pensões» pelo Tribunal Constitucional.

Assim sendo, porque não acorrer de imediato a esta porta aberta?

Estranho (e aliciante...) mundo, o das empresas públicas, sem dúvida!...

 

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9 comentários

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De Luís Caldas a 22.12.2013 às 18:27

Atenção João, não esqueça que esses suplementos/regalias incluem por exemplo os suplementos pagos aos enfermeiros, médicos, polícias e outros profissionais que prestam trabalho em horas impróprias, tais como noites...


Por exemplo, na saúde estes já foram cortados para metade e os profissionais mais novos recebem menos de 10 € de uma noite, que para quem já trabalhou sabe bem, por turnos não é propriamente a mesma coisa que ir até 1 discoteca...
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De João-Afonso Machado a 23.12.2013 às 10:07

Atenção, Luis Caldas, eu refiro que isto é informação de «quem sabe».
Mesmo com tudo o que refere e eu acho absolutamente aceitável, creio que - estamos a falar de cortes - poderá haver muito a cortar noutro género de prémios em empresas públicas.
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De António Cabral a 22.12.2013 às 20:45

Muito boa noite. Concordo com o que me parece ser o entendimento do comentário anterior. Isto dito, atrevo-me a sugerir que, em termos gerais, e poderá haver uma ou outra excepção, nas empresas públicas, em institutos, etc, as décadas passadas mostram um verdadeiro regabofe de dispêndio de dinheiro público, sem qualquer consequência para os responsáveis primeiros. Era interessante discriminar os boys de todas as cores que passam da política para as empresas e à política periodicamente regressam. O cidadão comum perceberia tudo definitivamente. Sem esquecer o Parlamento dos negócios. Para que fique claro, discordo profundamente da maioria dos gritos dos que nunca estão no poder. António Cabral
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De João-Afonso Machado a 23.12.2013 às 10:09

Estou de acordo. Conforme referi no comentário anterior, em minha opinião, após se separar o trigo do joio, havia que cortar nas regalias que constituirão parte do dito regabofe.
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De Anónimo a 22.12.2013 às 22:21

Este comentário é de quem pura e simplesmente não sabe do que fala. Informe-se. Suplementos remuneratórios estes, se forem bem analisados, servem tipicamente para remunerar profissões com exigências quer de horários quer técnicas fora do comum como na área da medicina.


Uma tolice. Desculpa-se pela ignorância, mas causa alguma trsiteza porque assenta na visão de que se é público é para cortar porque é em excesso de certeza.




Pior que a esquerda socrática, gastadora e gastadeira, só esta direita balofa, bafienta e de vistas completamente curtas. Nem salazarentos são porque isso exigia um estofo intelectual e uma espinha que manifestamente aparentam não ter.


única coisa positiva é que faltam menos de 2 horas para faltar menos 1 dia no calendário para estes tolos saírem do poder executivo.
Abençoadamente.
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De João-Afonso Machado a 23.12.2013 às 10:05

Tanta verticalidade e moralidade para no fim de tudo sair apenas um anónimo palrador....
Nossa Senhora...
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De João-Afonso Machado a 23.12.2013 às 10:15

E, Luis Caldas e António Cabral, que bom que é civilizadamente não ter de lidar com anónimos. Obrigado!
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De Tiro ao Alvo a 23.12.2013 às 18:14

Afonso Machado, não daria tanta importância e identificações tipo Luís, Carlos, etc..
Parece-me é que há por aí muita gente que não merece estes espaços de liberdade que aproveitam para dar largas aos seus recalcamentos, resultantes da inveja e outros defeitos piores. No caso do anónimo que apareceu por aqui, parece-me que se trata de um dos que recebem os tais complementos (ou suplementos) e que, não obstante, gosta de "ferrar na mão de quem lhe dá de comer". 
Posso estar enganado e não ser o caso; se assim não for, ele imitou bem, lá isso imitou...
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De João-Afonso Machado a 23.12.2013 às 19:02

Estou de acordo consigo.
Obrigado.

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