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A Verdadeira Crise

por Vasco Mina, em 30.10.13

 

 

 

Publicou ontem o INE as Estatísticas Demográficas relativas a 2012. O gráfico acima é bem esclarecedor da nossa realidade: o nr. de nascimentos reduz significativamente ultrapassando, para baixo, o patamar de 90.000 e é bem provável que em 2013 se ultrapasse, novamente para baixo, os 80.000. Por outro lado registaram-se 107.000 óbitos o que significa um saldo natural negativo de, aproximadamente, 18.000 .Se considerarmos também os números relativos à emigração então somos, definitivamente, cada vez menos e também mais velhos. Esta é a verdadeira crise com que nos defrontamos!

 

 

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4 comentários

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De Carlos Duarte a 30.10.2013 às 10:19

Absolutamente e actual clima social e económico do País (e não estou aqui a discutir quem teve ou tem ou terá culpas) não ajudam nada, com os casais a protelarem decisões fulcrais da sua vida, tais como terem filhos.
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De jo a 30.10.2013 às 13:12


É verdade! Já se nota uma aflitiva falta de jovens para trabalhar.
Ou será que e ao contrário e temos um enorme desemprego jovem e a correspondente imigração?
Se Portugal tivesse mantido a taxa de fecundidade de 2,2 filhos por mulher, neste momento teríamos um milhão e meio de desempregados jovens.
Se Portugal não se tivesse tornado um local completamente inóspito para os jovens de certeza que as taxas de natalidade cresciam.
A população portuguesa tem vindo a crescer sustentadamente, não existindo nenhum censo desde 1900 em que o número de portugueses tenha diminuído, logo não vejo como se pode concluir que está a desaparecer.
Para ter a pirâmide etária dos anos 60 (30% abaixo dos 15 anos) temos duas possibilidades: matamos todos os velhos que estão a mais e ficamos com  5,2 milhões de habitantes, ou mantemos os velhos e adicionamos jovens e ficamos com 35 milhões de habitantes.
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De Anónimo a 30.10.2013 às 15:39

Como dizia uma jovem de pouco mais de 20 anos a terminar o curso de enfermagem, há uns meses para a televisão, "quando acabar o curso vou sair de Portugal porque eu quero ter uma vida boa". Portugal já enganou muita gente que acreditou, mas já não engana tanta gente. A corrupção, a incompetência e o cunhismo generalizados podem durar, mas não pedoam. A notícia é que até os mais inexperientes já perceberam o filme, enquanto os mais velhos já nem sequer podem fugir.
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De monge silésio a 30.10.2013 às 23:18


 
Nem adianta guiões, nem criticar os Locke, os Bastiat, os Hayek, ... os pensadores canhotos vão ter que se defrontar com esta realidade. E seria bom lembrar que mesmo que o mulherio passe a ter três filhos tal demorará cinco legislaturas (20 anos...)...a reataurar alguma esperança. A não ser que ... ... imigração livre.
O problema é existente desde finais de 80. Os que sabiam fingiam e assobiavam para o lado; os que a diziam, eram insultados (reacionário, vista estreita, velho do restelo, ...enfim todos os epítetos das ideologias canhotas na sua típica sobranceria intelectual). Indiferença era o comum. Uma Sociedade Civil pouco dada ao estudo da sua comunidade, pouco atenta aos atos do Tirano (sentido figurado para Poder Político), muito preocupada com o conforto gratuito, dá nisto.
Isto é realidade.
Agora, venham daí os pensadores canhotos dar "magia"

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