De Anónimo a 06.08.2013 às 21:46
Estou curioso, e julgo que não serei o único, para tentar perceber que artimanha a MTA vai usar para mostrar que afinal é possível o Secretário de Estado Pais Jorge "não ter estado de certeza", depois "não se lembrar se esteve" e afinal "ter estado" na mesma reunião. É fácil uma pessoa honesta e séria ter estes lapsos, afinal vender swaps "pó de arroz" a um Governo até devia ser o "prato do dia"...
Bem, acho que ele deve ser substituído sobretudo se isso for necessário para deixarem o Governo trabalhar. Agora espero que não se esqueçam também de quando os socialistas forem governo de serem impedidos de ir para o Governo todos os que tiveram alguma relação com o José Sócrates e com o seu belíssimo governo. Espero bem que os opinion makers não se esqueçam dessa radical intransigência quando em causa estiverem os responsáveis pelos swaps, PPP, e afins. Estou cá para ver!
De jorge silva a 07.08.2013 às 11:55
"uma jornalista que nunca foi acessora"... mas que todos os dias se esforça para que a chamem ao pote. tem é que ser rápido, antes que o pior governo da historia do país vá dar uma curva...
acessora?! ou assessora?! Eu não quero ir para nenhum governo. Nem quero ser filiada em nenhum partido. Assim está bem? Consegue, por ventura, pensar que defendo aquilo em que acredito, sem que isso implique retirar qualquer beneficio para mim? Consegue imaginar que há pessoas que são sérias e defendem o que é melhor para o país e para humanidade? Consegue imaginar pessoas com nobreza de carácter, ou não?
De jorge silva a 08.08.2013 às 16:23
consigo imaginar isso tudo, só não consigo ver essas qualidades em alguém que se irrita com opiniões contrárias
Eu não me irrito com opiniões contrárias, mas fico indignada com a desonestidade intelectual. Aquilo não era uma crítica, não tinha argumentos, só insultos. A discordância é perfeitamente legitima, mas a nossa política está muito ancorada à intriga à baixeza, e nunca como agora isso foi tão evidente.
De Antónimo a 14.08.2013 às 20:32
A jurnalista nunca foi acessôra de partidus, mas foi-zi-o de emprezários, que tem lá isso?
Não sei quem é, mas vê-se que é um fã e conhece o meu currículo profissional na ponta da língua. Mas olhe, a Família Champalimaud, que eu assessorei, já não tem empresas em Portugal. Portanto não se aplica o falta de isenção que, imagino, pretende insinuar. Nem o grande empresário António Champalimaud está entre nós, nem o Luís é gestor de empresas portuguesas. Nice try!
De Antónimo a 15.08.2013 às 12:24
Mas insinuar o quê? Era uma afirmação. Que logo V. insinue que um jornalista que nunca mandou recados por ninguém, que até já perdeu o emprego por isso, não pode tomar partido numa situação que afecta o jornalismo e os jornalistas rai o anedótico.
Que se queira colocar de fora querendo simular uma isenção que não tem esquecendo como um vulgar Machete de indicar uma pequena referência curricular mas indo buscar questões de assessoria demonstra mais uma falha que toda a presunção a impede de ver.
Que um jornal ec
Desculpe, está a falar do quê? Quer chegar aonde? Não estou a perceber. Quem é o jornalista que perdeu o emprego por não mandar recados? [WTF]... O que é isso de mandar recados? Isto parece uma conversa de café, bera. Não se percebe patavina do que escreveu.
Uma isenção que não tenho?! I beg your pardon?! Esquecendo de indicar uma referência curricular?! Aonde é que eu me esqueci, desculpe lá? Olhe e antes de ser jornalista tive outros trabalhos e depois? Ser jornalista é um trabalho como outro qualquer.
Não vou publicar o comentário que o anónimo, alter ego de OM , publicou aqui, porque está cheio de palavrões. E há um mínimo abaixo do qual não desço e não permito que se desça.
Mas volto a repetir, as profissões (quase todas) têm códigos deontológicos, os médicos, os advogados, os bancários. O jornalismo é uma profissão e nada mais. Há quem julge que o jornalismo/jornais é/são um órgão de soberania, mas enganam-se.
De Antónimo a 16.08.2013 às 17:01
Tens a virtude nos olhos com que lês as asneiras dos outros, em vez de a ter onde a perdeste.
Não me parece que esteja a dizer isso com fundamento. Até porque conhece o meu currículo mas não conhece o meu trabalho. Acho mais inteligente não continuarmos esta conversa. Só admito discutir aqui, profissionalmente (isto é numa base civilizada e racional). Ao nível das emoções discuto com os meus amigos e família.