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Quando a adopção é um duplo trauma

por João Távora, em 19.05.13

Fotografia: © Vitalinka | Depositphotos.com

 

1 - Iniciativas legislativas para que se aprove a adopção por pares homossexuais são erróneas e imprudentes porque desprezam os direitos das crianças e ignoram importantes estudos e pesquisas da área psicológica e social no que diz respeito às necessidades daquelas.

 

2 -  Cada criança precisa de um pai e de uma mãe. Quando se altera o curso natural da vida é determinante o superior interesse da criança. Os estudos em ciências sociais têm repetidamente demonstrado a importância vital de ambos os progenitores, o pai e a mãe, para um ambiente saudável e positivo no desenvolvimento da criança e, os riscos que correm se criados sem um deles. A mãe e o pai trazem contribuições únicas que são essenciais para a sua saúde e bem estar.

 

3 - Crianças que foram privadas, por exemplo, do cuidado materno durante longos períodos de tempo na fase precoce das suas vidas, revelaram em geral menor capacidade de sentir e de se emocionarem, tendem a criar relações superficiais, a mostrar tendências antissociais e são mais hostis ao longo do seu crescimento.

 

4 - Os pais têm talentos específicos. São bons a disciplinar, a brincar e a levar as crianças a enfrentar desafios. São modelos a seguir para as crianças. A sua presença em casa protege a criança do medo e fortalece a capacidade da criança para se sentir segura. A vasta investigação cientifica sobre os graves problemas psíquicos, académicos e sociais nos jovens criados em famílias sem um dos pais demonstraram a importância da sua presença em casa para um desenvolvimento saudável.

 

5 - Os direitos e as necessidades da criança a uma mãe e a um pai devem ser protegidos pelo Estado. Os adultos não têm o direito de deliberadamente, privar uma criança de um pai e de uma mãe.

 

6 - Um estudo australiano (Children in three contexts) feito com crianças a viver com casais heterossexuais casados, com casais heterossexuais em união de facto e com pares homossexuais, revelou que os primeiros forneciam o melhor ambiente para um desenvolvimento social da criança e para a sua educação, os casais em união de facto eram os segundos e, os pares homossexuais aparecem em último.

 

7 - Existem académicos e activistas que se opõem a esta evidência, apoiando-se em estudos mal feitos e metodologicamente enviesados. Dois estudos de 2010 são frequentemente citados porque defendem que as crianças que foram deliberadamente privadas dos benefícios da complementaridade na família com pai e mãe, não sofrem danos psicológicos. Contudo, os dados recolhidos são auto-informações dadas pela mãe ou pai, estando estas a par da agenda política do investigador. O que distorce os resultados.

 

8 - Muita da investigação feita com pares homossexuais tem graves falhas metodológicas. É muitas vezes dito que não existe evidência de que as crianças são prejudicadas e agredidas emocionalmente se forem criadas por pares homossexuais.  Mas a ausência de evidência não prova que não exista. Quer apenas dizer que não existe evidência.

 

9 - As crianças têm o direito e a necessidade à parentalidade conjunta por um pai e uma mãe. De acordo com um dos maiores psiquiatras americanos (Fitzgibbons), as relações homossexuais não fornecem o ambiente ideal para que se possam criar e educar crianças, por várias razões: Primeiro, os pares homossexuais tendem a ser mais promíscuos. Um dos mais abrangentes estudos com pares homossexuais (The Male Couple), revelou que apenas 7 de 156 pares homossexuais tinham um relacionamento sexual exclusivamente monogâmico. A maioria destas relações duraram menos de 5 anos. Segundo, as uniões são muito frágeis. A probabilidade de quebra da relação é elevada nos pares de lésbicas. No estudo de 2010 (US National Longitudinal Lesbian Family Study) 40% dos pares que tiveram um filho (por inseminação artificial) tinham-se separado.

 

10 - Privar deliberadamente uma criança da possibilidade de ter um pai e uma mãe magoa e faz mal à criança. As crianças adoptadas, em geral, vivenciam traumas de abandono precoce, na fase inicial das suas vidas e, devem ser protegidas de um trauma adicional como seria esta cruel experiência social.

 

Estarão os direitos dos homossexuais acima das necessidades e direitos da criança a uma mãe e a um pai? Quem protege estas crianças?

 

Abel Matos Santos

Psicólogo Clínico e Sexologista


Artigo publicado no jormal Público a 16 de Maio de 2013

 

Bibliografia a consultar:

 

(1) Enright, R. & Fitzgibbons, R. (2000). Helping Clients Forgive: An Empirical Guide for Resolving Anger and Restoring Hope. Washington, DC: American Psychological Association Books ,p. 187-89.
(2) McWhirter, D. and Mattison, A. 1985. The Male Couple: How Relationships Develop. Prentice Hall.
(3) Gartrell, N. & Bos, H. (2010) US national Longitudinal Lesbian Family Study: Psychological Adjustment of 17-year-old Adolescents, Pediatrics, Volume 126, Number 1, July 2010, 28-36.
(4) Xiridou, M. et al. (2003). The contribution of steady and casual partnerships to the incidence of HIV infection among homosexual men in Amsterdam. AIDS 17: 1029-38.
(5) D. O’Leary. (2007) One Man, One Woman: A Catholic’s Guide to Defending Marriage Manchester, NH: Sophia Institute Press, 149-68.
(6) Kobak, R. (1999). "The emotional dynamics of disruptions in attachment relationships: Implications for theory, research, and clinical intervention". In J. Cassidy & P. R. Shaver. (Eds.), Handbook of Attachment (pp. 21-43). New York: The Guilford Press.
(7) http://www.pbs.org/newshour/gergen/july-dec99/fisher_8-16.html.
(8) Sarantakos, S. (1996) Children in three contexts. Children Australia, 21(3), 23-31.
(9) Sirota, T, (2009) Adult Attachment Style Dimensions in Women with Gay or Bisexual Fathers. Arch. Psych Nursing, 23, 289-297.
(10) Gartrell, N. & Bos, H. (2010) US national Longitudinal Lesbian Family Study: Psychological Adjustment of 17-year-old Adolescents, Pediatrics, Volume 126, Number 1, July 2010 p. 28-36.
(11) Biblarz, T. J. & Stacey, J. (2010). How does the gender of parents matter? Journal of Marriage and Family. 72, 3-22.
(12) Kobak, R. (1999). "The emotional dynamics of disruptions in attachment relationships: Implications for theory, research, and clinical intervention". In J. Cassidy & P. R. Shaver. (Eds.), Handbook of Attachment (pp. 21-43). New York: The Guilford Press.; Popenoe,D. (1996) Life Without Father, New York: Free Press, P. 176; Golombok, S. et al (1997) Children raised in fatherless families from infancy: Family relationships and the socioeconomic development of children of lesbian and single heterosexual mothers. J. Child Psychology and Psychiatry 38: 783-791; Gallagher M. & Baker, J.K. (2004) Do Mom and Dads Matter: Evidence from the social sciences on family structure and at the best interests of the child.



15 comentários

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De Joana Freitas a 19.05.2013 às 14:58

Já que o Dr AMS cita um dos maiores psiquiatras americanos, deixo aqui a informação que a Academia Americana de Pediatria apoia casamento homossexual. Esta organização publicou um estudo afirmando que o fato de serem criadas por casais homossexuais não impacta no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e sexual das crianças.
http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2013/03/18/peds.2013-0376.full.pdf+html


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De Pedro Morgado a 19.05.2013 às 15:28

Este texto de opinião subverte de forma evidente os resultados e as metodologias dos estudos que foram publicados. Se um aluno do primeiro ano de qualquer curso de psicologia ou medicina apresentasse um artigo de opinião pretensamente científica com tamanha falta de isenção e rigor dificilmente obteria mais de 5 valores.
Devo realçar que a Associação Americana de Pediatria publicou recentemente uma revisão independente de todos os estudos nesta matéria e tem uma política aprovada: http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2013/03/18/peds.2013-0376.abstract (http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2013/03/18/peds.2013-0376.abstract)
Também acham que os pediatras não estão preocupados com o superior interesse das crianças?
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De Anónimo a 19.05.2013 às 16:12

João deixo-lhe um caso real para ver se as suas preocupações desaparecem. http://www.youtube.com/watch?v=yMLZO-sObzQ
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De Manuel Santos a 19.05.2013 às 16:42

Os estudos, alguns deles, contra a adopção e co-adopção!
.. (1) Enright, R. & Fitzgibbons, R. (2000). Helping Clients Forgive: An Empirical Guide for Resolving Anger and Restoring Hope. Washington, DC: American Psychological Association Books ,p. 187-89.
(2) McWhirter, D. and Mattison, A. 1985. The Male Couple: How Relationships Develop. Prentice Hall.
(3) Gartrell, N. & Bos, H. (2010) US national Longitudinal Lesbian Family Study: Psychological Adjustment of 17-year-old Adolescents, Pediatrics, Volume 126, Number 1, July 2010, 28-36.
(4) Xiridou, M. et al. (2003). The contribution of steady and casual partnerships to the incidence of HIV infection among homosexual men in Amsterdam. AIDS 17: 1029-38.
(5) D. O’Leary. (2007) One Man, One Woman: A Catholic’s Guide to Defending Marriage Manchester, NH: Sophia Institute Press, 149-68.
(6) Kobak, R. (1999). \"The emotional dynamics of disruptions in attachment relationships: Implications for theory, research, and clinical intervention\". In J. Cassidy & P. R. Shaver. (Eds.), Handbook of Attachment (pp. 21-43). New York: The Guilford Press.
(7) http://www.pbs.org/newshour/gergen/july-dec99/fisher_8-16.html.
(8) Sarantakos, S. (1996) Children in three contexts. Children Australia, 21(3), 23-31.
(9) Sirota, T, (2009) Adult Attachment Style Dimensions in Women with Gay or Bisexual Fathers. Arch. Psych Nursing, 23, 289-297.
(10) Gartrell, N. & Bos, H. (2010) US national Longitudinal Lesbian Family Study: Psychological Adjustment of 17-year-old Adolescents, Pediatrics, Volume 126, Number 1, July 2010 p. 28-36.
(11) Biblarz, T. J. & Stacey, J. (2010). How does the gender of parents matter? Journal of Marriage and Family. 72, 3-22.
(12) Kobak, R. (1999). \"The emotional dynamics of disruptions in attachment relationships: Implications for theory, research, and clinical intervention\". In J. Cassidy & P. R. Shaver. (Eds.), Handbook of Attachment (pp. 21-43). New York: The Guilford Press.; Popenoe,D. (1996) Life Without Father, New York: Free Press, P. 176; Golombok, S. et al (1997) Children raised in fatherless families from infancy: Family relationships and the socioeconomic development of children of lesbian and single heterosexual mothers. J. Child Psychology and Psychiatry 38: 783-791; Gallagher M. & Baker, J.K. (2004) Do Mom and Dads Matter: Evidence from the social sciences on family structure and at the best interests of the child.
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De Paulo Farinha a 19.05.2013 às 17:56

Academia Americana de Pediatria apoia casamento homossexual. Entidade publicou estudo afirmando que o fato de serem criadas por casais homossexuais não impacta no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e sexual das crianças
Para a Academia Americana de Pediatria, viver com pais homossexuais não afeta o
A Academia Americana de Pediatria (AAP) publicou nesta quinta-feira um documento apoiando o casamento homossexual, assim como direitos iguais à adoção e acolhimento familiar (em inglês, foster care, processo no qual a criança fica sob guarda temporária de uma família, com consentimento legal) independentemente da orientação sexual. De acordo com a organização, esta seria a melhor forma de garantir às crianças pleno acesso a seus direitos e benefícios.
Conheça a pesquisa
TÍTULO ORIGINAL: Promoting the Well-Being of Children Whose Parents Are Gay or Lesbian
ONDE FOI DIVULGADA: periódico Pediatrics
QUEM FEZ: Ellen C. Perrin e Benjamin S. Siegel
INSTITUIÇÃO: Academia Americana de Pediatria
RESULTADO: Para os autores, o fato de ser criada por pais homossexuais não influencia negativamente a criança. Além disso, a regulamentação do casamento homossexual ajudaria a garantir o acesso pleno a direitos para essas crianças.
A AAP realizou também uma revisão de literatura sobre o assunto, que analisou 60 artigos já publicados. A pesquisa, publicada online nesta quinta-feira, no periódico Pediatrics, leva em consideração prejuízos legais e relacionados à saúde que a ausência de legalização unificada para o casamento homossexual pode trazer às crianças.
O estudo menciona, por exemplo, o fato de que pais homossexuais podem ser impedidos, por questões legais, de visitar os filhos em hospitais ou participar de decisões relacionadas a procedimentos médicos aos quais as crianças serão submetidas.
Em relação às possíveis consequências para as crianças decorrentes do fato de serem criadas por casais homossexuais, os autores da pesquisa concluem, com base na análise de estudos publicados sobre o assunto nos últimos 30 anos, que esse fator não impacta seu desenvolvimento emocional, cognitivo, social e sexual. \"Diversos fatores representam riscos ao desenvolvimento saudável da criança, como pobreza, depressão dos pais, abuso de substâncias por parte dos pais, divórcio e violência doméstica, mas a orientação sexual não é um deles\", afirmam os autores.
Evidências – Um dos estudos citados, publicado em 2003 no periódico Developmental Psychology, analisou a relação entre mãe e filho de 39 famílias com mães homossexuais, 74 famílias heterossexuais e 60 famílias de mães solteiras heterossexuais. Os resultados não mostraram diferenças em relação a envolvimento emocional, frequência de conflitos e autoconfiança dos filhos. A avaliação foi feita com base em relatos de pais e professores das crianças. Problemas de comportamento foram mais relacionados a crianças que viviam com apenas um dos pais do que com crianças que viviam com ambos, independentemente da orientação sexual.
Para a Academia Americana de Pediatria, homens e mulheres casados são mais saudáveis física e emocionalmente e têm chances menores de apresentar comportamentos de risco, como abuso de drogas e álcool, o que, dentre outros fatores, contribui para a formação de um ambiente mais saudável para as crianças viverem. \"O casamento contribui para a permanência e segurança (ingredientes básicos para o desenvolvimento saudável de uma criança). O casamento também é o mecanismo oficial da sociedade para conferir direitos, benefícios e proteção para casais, pais e seus filhos financeira e legalmente\", escrevem os autores do estudo.
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De Manuel Santos a 19.05.2013 às 19:07

Nao conseguem apresentar mais do que um estudo??! E sempre o mesmo!!!!
Pelo que aqui bi conto 10 estudos contra e so 1 a favor que nao é bem a favor.
Por mim estou esclarecido
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De Mestresombra a 19.05.2013 às 21:01

40% dos casais lésbicos separam-se e por isso são instáveis? E os 50% de divórcios nos casais hetero?
Mas vamos ao que interessa. Os estudos que comprovam a necessidade de um pai e uma mãe no desenvolvimento de uma criança até podem estar correctos, mas a verdadeira questão é porque este senhor não fez este artigo de opinião mais cedo a reclamar a retirada de crianças de pais únicos, ou a proibição de adopção de pessoas singulares?
Tenta usar a ciência para disfarçar a sua homofobia, mas mais parece um gato escondido com rabo de fora.
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De Ana Matos Pires a 20.05.2013 às 00:32

Mal seria se um dos "maiores psiquiatras americanos" fosse este senhor http://isearch.avg.com/search?q=Rick+Fitzgibbons&sap=nt&lang=pt&mid=64a23d24f59a47d1a834c9e043450b4a-bf0d968c91c023f6dcbccd7c040046cac24c7599&cid={9f5260cd-1c94-4649-b11f-ac7eda9fa3a9}&v=14.2.0.1&ds=AVG&d=29/01/2013+21:13:30&pr=fr&snd=hp&sap_acp=0&pid=avg. Bastava só o dado curricular de que faz parte do NARTH (the National
Association of Research and Therapy of Homosexuality), aliás, e tb não creio que o Abel se esteja a referir à altura do senhor, com mais de 2m conheço eu pelo menos 4.

O único estudo identificado está metodologicamente desmontado, é ir à procura.

Os últimos dados já foram referidos pelo Pedro Morgado.
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De Sólon a 20.05.2013 às 06:17

Todo o que é contra a Natureza é um acto falhado, cujos resultados, mais tarde ou mais cedo, se virão a revelar desastrosos.
Que interessam relatórios e estudos pseudo-científicos, muitas vezes encomendados ou escritos por gente tendenciosa?
Agir contra o que Deus estabeleceu é prova de estultícia pura e perversa, digam o que disserem os pseudo-estudos e relatórios, feitos para enganar e distorcer a verdade.
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De João Costa a 20.05.2013 às 09:05

Não li o post todo pois imagino já do que fala, e por acaso ouvi recentemente o Fórum TSF que abordou esse tema. Quanto ao ser criado por homossexuais não sei o resultado, ouvi uma Senhora de um organismo qualquer a dizer que uma criança que cresce sem um pai ou mãe, pode desenvolver problemas, ora problemas deve ter essa senhora e todos os que são da opinião que tem que haver uma obrigatoriedade de haver um pai e mãe, eu fui criado pela minha mãe, e do meu "PAI" nem noticias, abandonado à nascença, alias, não conheço ninguém da minha família paterna, incluindo irmãos e sou uma pessoa completamente consciente, e autossuficiente e problemas só se forem financeiros, porque de resto completamente normal, portanto não me venham com lérias. Certamente algumas pessoas ditas "Normais, criadas por um pai e mãe" é que acham que deve ser preferível ter crianças institucionalizadas, ou então a sofrerem maus tratos do que estarem a receber educação e condições dignas de um ser humano mesmo vindas de homossexuais.


Tenho dito    
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De Luis Rainha a 22.05.2013 às 12:24

Sim o tal grande psiquiatra é mesmo um cientista de credenciais inatacáveis: http://www.huffingtonpost.com/alvin-mcewen/rick-fitzgibbons-theodora-sirota_b_1185223.html
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De Anónimo a 24.05.2013 às 01:15

Obrigada, Luís Rainha. Realmente não há limites para a desonestidade e falta de vergonha:

The problem is not with what Fitzgibbons said; it's what he left out: The gay and bisexual fathers in Sirota's study were married to the mothers.

Dr. Sirota's article is about the impact of a homosexual father raising a girl in a heterosexual marriage. It has nothing to do with same-sex couples, nothing to do with same-sex adoption at all.

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