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Disposições sobre privatizações do Memorando de Entendimento com União Europeia, Fundo Monetário Internacional, e Banco Central Europeu, negociado e assinado pelo Partido Socialista (sublinhados meus):
«Privatizações
3.31. O Governo acelerará o programa de privatizações. O plano existente para o período que decorre até 2013 abrange transportes (Aeroportos de Portugal, TAP, e a CP Carga), energia (GALP, EDP, e REN), comunicações (Correios de Portugal), e seguros (Caixa Seguros), bem como uma série de empresas de menor dimensão. O plano tem como objectivo uma antecipação de receitas de cerca de 5,5 mil milhões de euros até ao final do programa, apenas com alienação parcial prevista para todas as empresas de maior dimensão. O Governo compromete‐se a ir ainda mais longe, prosseguindo uma alienação acelerada da totalidade das acções na EDP e na REN, e tem a expectativa que as condições do mercado venham a permitir a venda destas duas empresas, bem como da TAP, até ao final de 2011.»
Discurso de António José Seguro, líder do Partido Socialista, no dia 8 de Dezembro:
«A TAP não é uma empresa qualquer e não está em causa quem dá mais. O que está aqui em causa é um instrumento estratégico para a vida do nosso país», indicou o líder socialista, numa reunião com a Plataforma da Cidadania. No Porto, António José Seguro recordou que a maioria aceitou uma proposta socialista que obriga o Governo a «legislar e definir a defesa do interesse nacional nas privatizações, algo que o «Governo não fez».
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