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Uma parábola:

por João Távora, em 14.11.12

 

Algumas das pedras arremessadas pelos manifestantes fizeram ricochete nos escudos da polícia acabando por atingir algumas das pessoas que se manifestam junto à Assembleia da República.

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1 comentário

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De José a 14.11.2012 às 21:04

No meio de tudo isto alguém me haveria de explicar como é tolerável que se cerque o símbolo de uma democracia legítima, para tudo o mais, denotando uma óbvia vontade de o invadir e com uma postura intrinsecamente violenta... como é que se aceita que, ao longo de horas, hajam desacatos à autoridade, com o atirar de petardos, pedras e cockail's molotov contra a polícia... e como, depois de tudo isto, a grande preocupação dos "jornalistas" seja a intervenção que, finalmente!, se segue e se, afinal, não existiriam uns infiltrados entre os "indignados" que, esses sim, seriam os verdadeiros agitadores... 


1) Pessoalmente acho absurdo que a polícia tenha esperado todo aquele tempo para intervir. Bastava um indivíduo ter lançado uma pedra, esse seria imediatamente preso, caso o fenómeno se generalizasse a carga, com o intento de repor a ordem pública, note-se, era imediata e nunca duas horas depois.


2)Alguém que cobre a cara, leva petardos para uma manifestação e pugna, sempre que ´lhe dão palco, pela destruição da normalidade democrática que vivemos não precisa de incentivo nenhum para se portar como se nunca tivesse abandonado a selva.


3) A larga maioria dos jornalistas, com o coração esquerdista a pulsar-lhes debaixo da pela, mostram bem que nunca largaram os tempos da adolescência ou, como o insuspeito Lênin vaticinava, como se mantém tomados por aquilo que é nada mais do que uma maleita infantil. Desgraçadamente, e contrariamente ao sarampo, não é localizada e superada definitivamente após um único contacto. Suponho que algumas daquelas figuras assim se manterão até à idade da reforma. Sempre com tremeliques na voz enquanto relatam o arremesso de pedras da calçada por parte de meia dúzia de indivíduos com máscaras inspiradas por um movimento revolucionário que tentou rebentar com um parlamento (facto que estará no desconhecimento de quem a usa, até porque uma razão de tal coisa foi a intolerância protestante face aos católicos britânicos) e popularizado num "comic book" (eu bem disse que falamos de adolescentes tardios...) 


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