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Um realismo que resgate a esperança

por João Távora, em 05.10.12

"A História (do 5 de Outubro) instrumental e muito mal contada acaba pedagogicamente, mostrando que não é com revoluções, assassinatos, expatriações, erradicações ou mudança de símbolos que se mudam os hábitos, se curam os vícios e as idios

sincrasias sociológicas de um povo: passados mais de cem anos, continuamos uma das nações da Europa com mais agudas desigualdades e onde a participação democrática dos cidadãos é a mais baixa. Afinal, tanto sangue, suor e lágrimas serviram para quê? (...)"



Do meu artigo a propósito do 5 de Outubro hoje publicado no jornal i (apenas disponível na versão em papel).



5 comentários

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De O Falso Rei das Pampas a 05.10.2012 às 12:34

O Pio Duarte ser  "a suprema referência identitária" seja do que for?
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De Sc. a 05.10.2012 às 13:32

Pode. Era excêntrico mas simpático. A leviandade muito republicana que revelou em questões com a gravidade do «acordo ortográfico», provou que está muito longe de o poder ser.
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De SC a 05.10.2012 às 13:26

Há outro aspecto - e bem nefasto - do 5 de Outubro: mera emanação da maçonaria, a república foi a responsável pela  mutilação da Língua Portuguesa, imposta ditatorialmente ao serviço do ideário das lojas maçónicas.
É, por isso, com a maior estranheza que se vêem monárquicos sufragarem esse crime e as suas sequelas, aceitando levianamente a ortografia imposta pela maçonaria em 1990.
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De C. a 05.10.2012 às 13:29

É preciso, desde já,  pensar o que se deve fazer para comemorar o Glorioso Dia 1º de Dezembro.
Há anos era hábito haver bandas que percorriam as terras de província a tocarem o Hino da Maria da Fonte.
Seria interessante ver se esse hábito pode ser reavivado - com feição supra-partidária.
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De beirão a 05.10.2012 às 18:46

Passados mais de 100 anos, Portugal foi levado por esta gente 'abrilina ' à bancarrota, mais do que à bancarrota, à perda de independência nacional (o país está sob administração da troika) - cumprimos o Memorando que nos foi imposto, e há dinheiro; não cumprimos, e os salários e pensões   do mês seguinte não serão pagos.
O país entrou numa longa e penosa agonia,  de que, este hastear da bandeira de pernas para o ar, no dia da República, pelo presidente da dita, no exacto sítio em que a dita foi proclamada pelo bando de republicanos que, desde então, os seus seguidores tudo têm vindo a fazer para o culminar da tragédia e miséria a que Portugal chegou. Esta gente não pode ficar impune. É preciso apurar responsabilidades, mais que políticas, responsabilidadaes ccriminais por, no mínimo, gestão danosa da coisa pública.

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