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É agora: a RTP tem nova administração, a privatização e a concessão já foram à vida, já podemos com segurança começar a discutir o serviço público.
Acho que as coisas estão maduras para que alguém, com toda a frontalidade, venha finalmente dizer a verdade que os portugueses ainda ignoram: concursos, talk-shows, casamentos reais, "prós e contras" no Convento do Beato e muito futebol são todos imprescindíveis no serviço público de qualidade que o País merece. E não esquecendo que programas em que as estrelas da TV "ajudam instituições que necessitam de ajuda e apoio" a fazer "remodelações", "com o instinto de solidariedade no ar", irão "reforçar esta aposta no serviço público de televisão".
O amplo debate que se espera gerar na sociedade portuguesa deve ter por base o princípio de que ninguém, na RTP ou fora dela, pode ficar de fora do serviço público.
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