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Não custa avaliar o susto vivido ontem pelo nosso Ministro Álvaro Pereira, o infeliz detentor da pasta de uma Economia já quase só imaginária. É o episódio covilhanense da turbamulta a lançar-se sobre o seu carro, inédito, creio, pelo menos desde a oportuna agressão a Mário Soares nas Presidênciais de 1985.
A dúvida principal estará, porém, em saber o que se seguirá: o Governo ver-se-à impossibilitado de sair à rua? Vão prosseguir as injúrias, as bandeiras negras e vermelhas, os dísticos ofensivos, enfim, toda essa criativa e espontânea panóplia de artefactos sindicais? E a autovitimização, os gastos brados contra o «fascismo» sempre sequentes à necessária intervenção policial em tais circunstâncias?
Uma coisa é certa: vinte ou trinta pessoas não constituem uma multidão mas são as bastantes para o charivari. Os profissionais da agitação sabem disso e a CGTP-Intersindical está no terreno. Arriscaria dizer, com o maior entusiasmo: recordando, empolgadamente, os "bons velhos tempos".
(- Eh rapazes! E daquela vez em que sequestrámos os deputados da Constituinte?!)...
Azar nosso, a maré é realmente de crise. Senão - e com elevada participação, decerto - sempre se organizaria uma excursão a Paris. Revivalista, em preito de homenagem ao "Maio de 68"; e justicialista, em demanda de um certo estudante de Filosofia na Sorbonne, com bolsa e ajudas de custo pagas a expensas de todos nós.
Um rapaz de multiplos saberes, aliás, com obra arquitectónica de vulto precisamente na Covilhã.
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Metade do mundo diz que sim e a outra que não A Co...
Diria que se devia falar de ordenamento do territó...
Ainda bem que percebe o problema. O mundo está che...
PS. - Por lapso, não referi que estava a responder...
"O problema do IPMA não é a escassez de avisos: é ...