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O Público é aquele orgão que escreve, na 1ª página, no lead da manchete, que a actual taxa de desemprego é causada pelas medidas de austeridade deste governo, branqueando o desgoverno passado.
O Público é aquele orgão que relaciona o caso das secretas com o ministro Relvas, deixando zelosamente em claro que todos os factos se passaram no consulado Sócrates e são, aliás, emblemáticos dele (como recentemente lembrou António Lobo Xavier).
O Público é aquele orgão que tem como referências o «crescimento» de Sócrates e Seguro, o senhor Hollande e sua amante, e a intragável Moreira.
O Público não é, como se sabe, um orgão de informação, mas apenas um agente de interesses partidários (com a excepção contrastante do lado esquerdo em baixo da última página de sexta a domingo).
O Público merece, portanto, muito menos credibilidade do que o ministro Relvas, que é o que diz ser e foi eleito.
E até prova em contrário, portanto, aquilo que o Público pretende apresentar como defesa da liberdade de informação não passa, vindo de quem vem, de mais que novo ataque da oposição contra o governo.
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