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Pedro Proença fez, anteontem, na final Chelsea-Bayern da Champions, uma arbitragem imperial.
Foi discreto, apagando-se e deixando jogar, mas esteve sempre presente, decidindo depressa e bem sempre que foi preciso. Não errou uma vez, nem uma. Não errou nem por acção, nem por omissão. Teve sempre o jogo controlado, sem ter que mostrar um cartão. Fez uma grande arbitragem, uma arbitragem de classe. E - certamente sem sequer pensar nisso - terá provocado grandes estragos na tosca versão dos dirigentes benfiquistas de que se deve às arbitragens, e não às insuficiências de gestores e treinador, a derrota no campeonato. Areia nos olhos cada qual toma a que quer.
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