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Distinguir o bem do mal

por Maria Teixeira Alves, em 16.05.12

Ora o que é que distingue um católico de um ateu? Para um católico o bem é não fazer mal aos outros, para um ateu o bem é o que é bom para si e para os seus e o mal é o que é mau para si e para os seus. É porque os valores católicos se têm esbatido que chegámos a este desnorte aonde nos encontramos.

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25 comentários

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De ireneosorio@sapo.pt a 16.05.2012 às 12:18

Para um cristão, católico ou não, o bem e para ser feito ao PROXIMO, não só aos "meus"
Isso é mais ...egoismo!!!
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De Maria Teixeira Alves a 16.05.2012 às 23:27

Tem que ler melhor outra vez o que escrevi....é que está a dizer o mesmo que eu com um tom de que me está a contradizer... :)
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De Aflitivo! a 16.05.2012 às 12:25

Aflitivo simplismo.
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De O Falso Rei das Pampas a 16.05.2012 às 12:25

É pela católica confusão que te vai na cabeça que chegámos a este desnorte aonde nos encontramos.

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De Karl Macx a 16.05.2012 às 12:27

Peço desculpa pela intromissão. mas parece-me uma visão bastante redutora da questão. Acima de tudo, o que distingue um do outro é a crença num ser divino ou não. Ainda assim, a ver pelo seu ponto de vista, o ateu tem a vantagem da coerência. Só assim se pode explicar que um Chefe de Estado que, por acaso, também é Chefe de uma Igreja, esteja sentado num trono de ouro a pregar sobre a pobreza. Tinha muito mais por onde pegar, mas estaria a generalizar. Tal como a excelsa autora deste post o faz. Sou ateu. Tento não fazer mal ao próximo. Tento ser humanista com quem procura a minha ajuda. Quantos católicos poderão dizer o mesmo?
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De Maria Teixeira Alves a 16.05.2012 às 23:32

Bem perguntado não há ninguém que sinta que quer fazer mal ao próximo. A questão é mais profunda do que isso... é sentir que ainda que não nos favoreça e até que nos prejudique, fazer mal ao outro (e o mal pode não ser bater ou assim) é o pior dos mundos. Por exemplo fazer de conta que não se conhece um amigo só porque não nos apetece enfrentá-lo, e justificar isso com um não me fazia bem falar com ele... isso é fazer mal ao outro em detrimento do que nos faz bem a nós.
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De Post devidamente corrigido a 16.05.2012 às 14:33

Ora o que é que distingue um amante de touradas de um adversário delas? Para um amante de touradas o bem é não fazer mal aos outros, para um adversário das touradas o bem é o que é bom para si e para os seus e o mal é o que é mau para si e para os seus. É porque os valores taurinos se têm esbatido que chegámos a este desnorte aonde nos encontramos.
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De Maria Teixeira Alves a 16.05.2012 às 23:51

Please!!!! Esta obsessão com acabar com as corridas de toiros parece-me cada vez mais um fétiche!
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De sampy a 16.05.2012 às 14:43

Cara Maria, este seu post é deveras descabido.

O não fazer mal aos outros, mais conhecido como Regra de Ouro, é comum a todas as religiões, e partilhada por qualquer humanista de boa-vontade, mesmo que se confesse agnóstico ou ateu.

Por outro lado, considerar o bem como o que é bom para si é um princípio básico da ética: qualquer ser humano deseja/escolhe o que é (o que considera ser, aquilo que interpreta como) bom para si. A questão está em determinar o que é bom para mim, ou o que é melhor; e sobretudo em perceber se o bem dos outros pode ser também o meu bem.

A diferença é que a religião atreve-se a anunciar a existência de um Bem Supremo; tratando cada tradição religiosa de assinalar um percurso para o encontrar e possuir. E é por causa das pessoas cada vez mais se contentarem com os bens e se desinteressarem do Bem que chegámos a este desnorte.
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De Dá-me licença? a 16.05.2012 às 19:53

Apenas para dizer que considero certeiríssimo o que comentou.

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De Maria Teixeira Alves a 16.05.2012 às 23:53

Pois, pois, quando o bem para mim colide com o tratar bem o outro é que são elas! Aí é que a porca torce o rabo, e é aí que salta à vista as diferenças de valores...
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De l.rodrigues a 16.05.2012 às 15:02

Quem é que a tornou uma autoridade em ateus?
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De ! a 16.05.2012 às 16:16

Este infeliz post a preto e branco faz lembrar a esquerda que acha que tudo o que é dito de direita é péssimo e a direita que acha que tudo o que é dito de esquerda péssimo é.

Uma espécie de Benfica-Porto.

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De Zé Maria Brito a 16.05.2012 às 19:14

para um cristão, bem mesmo é responder ao mal com o bem... 
se bem que creio que a grande distinção na ética está mais na motivação e no horizonte que nas acções propriamente ditas que podem ser as mesmas. 
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De Maria Teixeira Alves a 16.05.2012 às 23:53

Isso também, precisamente por este conceito de bem.
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De Alma Peregrina a 16.05.2012 às 20:39


Sou católico, praticante e em comunhão com o Papa.

O seu post é deplorável e, sinceramente, de uma ignorância teológica atroz.

É possível a um ateu comportar-se de forma tão moral como um católico. Ou até mais. Chama-se Lei Natural e encontra-se formulada por S. Paulo em Rm 2:14-15.

A verdadeira distinção está, como já foi dito, na crença numa divindade suprema. O católico tem, portanto, uma referência objectiva que lhe permite saber se está a praticar o Bem ou não. O ateu tem, única e simplesmente, a sua mera opinião sobre o que é Bem e Mal...

Como tal, um católico que cumpra a Regra de Ouro tem um substrato intelectual que valida a moralidade da sua decisão. Um ateu que cumpra a Regra de Ouro não tem forma de afirmar que a sua moralidade é superior à de um nazi, uma vez que ambas as moralidades são apenas o produto da opinião humana (uma reacção química neurológica determinada pela evolução).

As coisas chegaram ao desnorte em que nos encontramos precisamente porque os católicos renegaram as suas referências morais, adoptando uma moralidade "ateia" (atenção, digo moralidade ateis e não moralidade dos ateus, existe uma grande diferença!) que define todos os sistemas éticos como equivalentes. Em suma, o relativismo.
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De Maria Teixeira Alves a 16.05.2012 às 23:55

Pois há muitos que se dizem católicos sem saber bem o que isso é... deixe estar não é o único.
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De Alma Peregrina a 17.05.2012 às 21:11


Sinceramente não percebi o seu comentário. Parece-me a mim que quer que eu enfie a carapuça do que você disse. Lamento, not gona happen.

Mas é paradoxal que me esteja a acusar de não saber o que é ser-se católico, quando foi você que acusou os ateus, e depois a mim, com base em raciocínios que são completamente alheios à doutrina católica.

Seria aconselhável que, quando você acusa outras pessoas em nome do Catolicismo, o fizesse com base no que a Igreja Católica realmente ensina.

Ou, melhor ainda, que se abstivesse de acusar. Que assim não é forma de se se ser católico.

Caso contrário, só está a validar os preconceitos anticatólicos dos ateus e a dificultar a Evangelização.

Pax Christi

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