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Corre por essa Europa fora um equívoco, que está a alastrar-se perigosamente. Há uma ideia de que a austeridade é uma política e uma política da chanceler alemã de direita, Angela Merkel. Esta ideia que a esquerda anda a difundar é atraente, mas é falsa. É uma mentira. Não há alternativa à austeridade. Não há, porque os investidores institucionais recusam-se a investir em dívida pública dos países que têm défices excessivos e uma dívida pública superior ao PIB. E como não se conseguem financiar, nenhum país consegue pagar salários, nenhum país consegue dar saúde, escolas, etc, à sua população. Por isso os países têm de baixar os seus gastos públicos. Pode subir-se a inflação e aumentar o PIB artificialmente, mas isso será solução? Haverá quem invista em nós sabendo que os rácios subiram artificialmente? Não vale a pena, a época da dívida eterna acabou. E é por isso que chegou a austeridade abrupta. Ninguém gosta, é certo, mas a verdade é que austeridade não é uma política é a ÚNICA saída. Hollande, por exemplo, vai ter de recuar em todas as suas promessas eleitoralistas. Porque a realidade das contas públicas não mudou só porque saiu Sarcozy. Mário Soares é outro demagogo, que está aqui para lutar pelo seu socialismo, à custa de pura demagogia.
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