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«(...) O Douro corre ali em baixo (...). E já em 1702 é sabido que a propriedade a adquire George Maynard da Silva, inglês, comerciante opulento (...) quando decidiu encabeçar a quinta com edificação que emparelhasse com os nobres solares portugueses, rematou-a com capela com evocação condigna, da evocação de Santo Inácio de Loyola. (...) Roberto van-Zeller é um empenhado na agricultura (..). Dos antípodas vinha sobretudo o eco chamativo dos eucaliptos - e há correspondência curiosíssima trocada entre van-Zeller e cultivadores australianos (...): sementes para cá, a nossa couve-galega, em troca, para lá (...).
Por isso, os mais avantajados exemplares de eucaliptos (...). São dos mais antigos existentes em Portugal.
(...) o parque zoológico (...): reptilário araras e papagaios, lamas, emas, aves aquáticas, tucanos, aviário tropical, linces, reino dos macacos, grous, lemures, rapinas, faisões, insectário, cangurus, pantera das neves (...).
Antes do regresso, uma breve espreitadela ao horto, à "quinta pedagógica" (...). Norteiam so seus proprietários três objectivos a alcançar com este empreendimento: rentabilizar a casa e os seus 50 hectares de terra; enchê-la de vida e torná-la atractiva para a Família, no seu conjunto; realizar a funçao social de contribuir para o desenvolvimento e cultura das populações circundantes e de quem mais os visita».
Vd. A Quinta de Santo Inácio de Fiães, em Avintes, in O Tripeiro, 2002, pág. 224.
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