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Notem como vários comentadores, alegados jornalistas e membros do antigo governo se mostram incomodados e receiam a perspectiva de que o governo Sócrates e a forma como arruinou o país venham a ser pomenorizadamente escrutinados. Reconhecerão esse incómodo e esse medo nas afirmações de que «não é oportuno», «os juízos fazem-se em eleições», «é uma campanha», «é a justicialização da política». Segundo se depreende, participam nessa inoportunidade, nesse juízo, nessa campanha, o Tribunal de Contas, os revisores oficiais de contas, os juízes, o governo, os cidadãos, alguns jornais, os factos, a realidade e a vida.
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