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O nosso ano novo chinês

por José Mendonça da Cruz, em 23.12.11

O negócio da entrada da Três Gargantas chinesa na EDP é um óptimo negócio porque...

... é um óptimo negócio, ponto. É um óptimo negócio uma venda 50% acima do valor.

... com esta privatização fica a empresa entregue a critérios de racionalidade empresarial e económica, e para sempre livre de imposições de bastidores e empreguitos e negociatas para socialistas com moral a menos e ambição a mais.

... são abertos à EDP canais de financiamento que lhe permitem crescer e investir em plena crise mundial, pois é assim que se defende o nosso interesse estratégico, e não mantendo sob a pata de um Estado incompetente e gordo o futuro da economia.

... deixa Portugal em clara vantagem como testa de ponte de investimentos da China na Europa (e no Mundo, se recordarmos que servirá de base para entradas no Brasil, Estados Unidos e África), e isso pode ser explorado com grande proveito.

... fica claramente dito a alemães e franceses, e holandeses e finlandeses e outros, que, sim, a formiga tem catarro, e, sim, sempre teve, e, sim, tem competência para se relacionar com outras partes mais dinâmicas do Mundo (ficámos mais uns anos na China depois de os ingleses sairem, lembram-se?) que não a Europa - a qual manda por enquanto nos nossos orçamentos, mas, como vê, não manda em tudo. 



5 comentários

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De João Távora a 23.12.2011 às 17:42

Estou convencido que tens toda a razão. 
Forte abraço, caro José!
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De E mais a 23.12.2011 às 17:58

E para os chineses é um péssimo negócio.
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De Dois e dois... a 24.12.2011 às 10:50

Bem, como aquele do Espesso, um tal Nicolau, acha que a aliança com alemães ou brasileiros teria sido muito melhor, dispensando-se, por sinal, de fundamentar com um mínimo de consistência a sua opinião, passo a admitir como provável que o negócio com a China foi de facto a escolha acertada.
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De NanBanJin a 27.12.2011 às 10:11

Caro JMC,
Acredita mesmo no que aqui escreveu, ou estava a ser sardónico?


É que do ponto de vista de quem acompanha a China um nadinha mais de perto — geográfica e "noticiosamente" falando — parece-me que há uma grande dose de ingenuidade no que aqui afirma.


Porém deixa aqui uma consideração com a qual todos temos que concordar: "(...) Portugal em clara vantagem como testa de ponte de investimentos da China na Europa" — muito bem, assim é que é! 
Agora as questões que se impõem são estas: que investimentos? Aquisições de empresas estrategicamente cruciais para Europa, será? E com que propósitos? (http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704355304576214683640225122.html) E até quando? E a curto, médio ou longo prazo, com o grosso da sua economia em mãos chinesas haverá assim tanta prosperidade na calha para uma Europa 'pós-crise'?
Melhor apurar primeiro que andará a China a fazer por cá. Sabe que 'quando a esmola é muita'... 


Boas Festas, 


Luís Filipe Afonso, do Japão
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De Nuno Castelo-Branco a 29.12.2011 às 15:35

Falou e disse!

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