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Mário Soares está infrene. É a contravolta do profeta da Comunidade Económica e da União Europeia. Agora que todos sentimos o peso da quimera e o morto-vivo político sente o peso das responsabilidades. Vai daí a sua escrita: «não podemos destruir tudo tudo por causa da austeridade», augurou primeiro, à laia de aviso. Depois apontou o caminho da revolução - onde a Imprensa quis ver (singelamente) uma preocupação no local em que residia uma ameaça de que Mário Soares era comparte.
O filme prossegue em quantas intervenções lhe são proporcionadas. De um modo ou outro, quem arruma o socialismo "na gaveta", oculta também outras convicções passadas e retoma o estilo vanguardista.
Mais a mais, é da idade. Ou do carácter.
E do à-vontade. Aconteça o que acontecer, Mário Soares não passará privações. Sempre revolucionou apenas os boulevards. E cá em Portugal limitou-se a apanhar boleias.
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