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Com 19 unidades do Banco Alimentar Contra a Fome, em funcionamento activo e empenhado, se recolheram umas largas centenas de toneladas de alimentos pensados para o Natal dos mais desfavorecidos. Não é novidade. É somente a confirmação de que, há já um punhado de anos, enquanto o Estado enche a pança e cobra impostos para não perder a linha curva, os privados se solidarizam e pensam em quem sofre toda a casta de privações.
Ainda agora, do mesmo passo que os partidos com assento parlamentar discutem a redução dos feriados civis... Haverá feriados para os desempregados? Com que alegria eles não os trocariam por dias de trabalho! E para os sem-abrigo? Será que a manutenção dos feriados lhe garantirá o costumeiro volume de esmolas?
Assim também as Misericórdias dão o litro e se substituem ao "Estado Social". Sem tributações de auxilio... E quantas outras entidades privadas!
Depois, na hora certa, virão as palavras da saudação e votos natalícios. Engravatadamente, solenemente, com a bandeira rubro-verde por trás e discursos apelando ao espírito de sacrifício, à esperança em melhores momentos. Tudo porque os parlamentares ainda não atinaram com a fórmula mágica e o Governo todos os dias tropeça em novos buracos...
Enfim, creiamos que, apesar disso, para quase tudo há remédio. Quem pouco tem, com pouco se contenta. A felicidade possivelmente não será assim dificil de atingir. A não ser para alguns, porventura com os bolsos bem forrados mas... despidos de gente à sua volta. Insolidários e não susceptiveis de solidariedade. Esses, tenho ouvido desabafar, detestam o Natal.
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Caro H P SGostava muito e estou certo que serei ap...
Excelente texto, com assetividade e sem falácias i...
Não são só as aulas teóricas sobre democracia que ...
Nem à beira, quanto mais à beirinha ... Além disso...
Mas não devemos esquecer, que os desvios, disfunçõ...