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Este Bastonário de Advogados é uma pessoa horrível

por Maria Teixeira Alves, em 17.11.11

 

 

Mas será que Marinho Pinto (não percebo como é que os advogados votaram nele? só prova que a inteligência da classe fica aquém das expectativas) não se dedica a defender as melhorias do sistema de justiça, que era benéfico para a classe que representa, e anda em acusações pessoais à Ministra, num acto de vingança puramente pessoal. Acusa-a de nomear pessoas próximas para o ministério. Alguma vez se questionou se havia mérito nas pessoas contratadas? Será que a sua única qualidade profissional é de ser um tagarela, um intriguista profissional? Mas por acaso os Ministros têm de justificar as pessoas que escolhem para trabalhar na sua equipa? Por amor de Deus, daqui a bocadinho está a questionar a escolha dos Ministros e de Secretários de Estado. Mas como se atreve? Mas ele é o líder da oposição? Em que partido? 

Mas será que ele não é o primeiro a usar a sua posição profissional, que lhe foi confiada, para se vingar de uma pessoa de que não gosta? Marinho Pinto está a servir-se de uma posição profissional para questões meramente pessoais? Isso faz dele uma pessoa horrível, invejosa, vingativa. Não o conheço e nunca lhe dei muita atenção, mas confesso que estou chocada... é uma espécie de Berardo da advocacia!

Marinho Pinto, Get a Life!

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46 comentários

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De Licurgo a 17.11.2011 às 04:20

Nem mais...! Um desbocado, incompetente e oportunista foi votado para Bastonário de uma Ordem que sai desprestigiada de cada vez que este alarve - narcisista requintado... - abre a boca!
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De Ruim defunto a 17.11.2011 às 09:00

Não vale a pena sequer gastar cera com este ruim defunto, absolutamente asqueroso.
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De carneiro a 17.11.2011 às 09:46


Agora imagine os outros que perderam para ele as eleições...
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 09:48

Mas se a gente pensar, chega à conclusão de que Marinho Pinto foi eleito, democraticamente pelos seus pares e pela 2ª vez consecutiva, o que lhe dá autoridade, ou a democracia é brincadeira.
Por outro lado, ele fala à ministra da Justiça, que é quem coordena a área da sua intervenção e coloca questões concretas sobre o funcionamento do sistema judicial.
Os ataques pessoais, não se devem, seguramente, por gostar ou não do aspeto físico ou comportamental da pessoa da ministra, mas que devem assentar em questões institucionais, seja o das nomeações, o dos grandes escritórios de advogados. seja o dos pagamentos ao defensores oficiais, quer à acumulação do exercício da advocacia com a de deputado, etc.....
Se se tiver em conta a atitude da ministra, que no Congresso o desancou, com insultos pessoais e críticas adjetivadas e depois saiu... Até eu ficava podre e respondia na mesma moeda.
A atitude de Marinho Pinto é a mesma que tinha no governo anterior, pelo que não serão razões partidárias que o movem.
Se a gente pensar, a realidade é mais simples e mais visível do que os nossos desejos ou simpatias, embora eu simpatize com o visado, exatamente por denunciar umas coisas de que mais ninguém aflora.
Perspetivas...
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De Maria Teixeira Alves a 17.11.2011 às 11:02

Marinho Pinto luta pelo quê? Concretamente o que é que ele está a defender para os advogados? Aquele argumento das contratações dos cunhados ou amigos, é um argumento idiota, please.Primeiro porque é legítimo que a ministra escolha a sua equipe, ele não tem nada a ver com isso, e depois porque não se pode estar a categorizar as relações de amizade, porque às tantas está tudo sob suspeita. Percebe? Eu não conheço nenhum deles, estou fora do tema e acho repugnante os argumentos do Bastonário... No outro dia, tive a leve impressão de o estar a ouvir defender Duarte Lima, nem queria acreditar... 
Há nos amores e ódios de Marinho Pinto qualquer coisa de freudiano... ou então é um problema sociológico...

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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 13:03

O que está a defender para os advogados? Quais? os pequeninos ou os grandalhões? Quer para uns, quer para outros, a dignificação do exercício da profissão, sem lobbies...
O problema das nomeações dos quadros, tem a ver com os "jobs for the boys", a não ser que esteja de acordo, porque não tem a ver especificamente com o ministério da Justiça, com com a ética política, sobretudo depois de tudo que os mesmos disseram e condenaram a Sócrates... Percebe? Não é um problema do Marinho Pinto, é um problema de cidadania, com o qual eu e a Maria Teixeira Alves podemos e devemos denunciar...
Se encontra problemas freudianos no Bastonário, não haverá igualmente na ministra? Por acaso ela não teve um comportamento, digamos, displicente, para não dizer covarde? Porquê atirar a pedra e fugir? Isso é que é da área do subconsciente e por isso psicológico.
Não deixe que o psicológico entre nas suas análises, nem adjetive as intervenções de MP, sem adjetivar as da ministra.
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 15:48

Onde é que a ministra "atirou a pedra"?
O sr. não ouviu ao longo destes meses as insinuações de esgoto - e falsas - que marinho pinto fez sobre a ministra? Acha normal um bastonário por em causa nomeações de confiança pessoal de um membro do governo, insinuando que se trata de nepotismo, quando as pessoas em questão, obviamente não são familiares e o seu currículo fala por si? Para mais vindo de um sujeito que se faz pagar milhares de euros para ser bastonário, coisa que nunca se vira na OA? Isso já não o preocupa?
Eu sei, o sr. o que queria era que o demagogo que defende se atirasse com as grunhices habituais à ministra para, na presença desta, a turba salivar...
Azar. Contente-se com outra programação mais ao seu gosto.
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 17:13

Sr. Rui Crull Tabosa
Baixou o nível, ao nível que condena a MP, reparou? Aliás a autora do post usa o mesmo nível de MP, o que é um paradoxo.
Se o sr. sabe o que eu queria, eu também posso dizer que sei o que o sr. queria, ou quer...
Não sou advogado, não sou boy, nem nunca fui, sou um cidadão crítico e empenhado na visão mais isenta da nossa realidade política e por azar, a programação que me oferecem é um filme de miséria e ladrões na alta sociedade (principalmente de políticos)  que nenhuma técnica de manipulação os recicla. 
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 17:23

Miguel,
Cite-me uma declaração da ministra onde esta tenha baixado o nível. Uma declaração, pf!
Enquanto não apresentar essa citação, está a lalar na base do diz que disse, do pode ser ou não...
Uma declaração, Miguel, em que ela tenha justificado as diatribes, aleivosias e ataques pessoais de MP...
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 19:03

Troca de acusações entre o Bastonário da Ordem dos Advogados e a ministra da Justiça marcou a sessão de abertura do VII Congresso dos Advogados Portugueses

"Mas devo igualmente dizer a vossa excelência, com igual frontalidade, que a mentira e a ofensa não são o caminho para a resolução de graves problemas que temos de enfrentar", disse Paula Teixeira da Cruz, aplaudida pelo Congresso.

http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=Acusacoes-e-abandonos-na-abertura-do-Congresso-dos-Advogados.rtp&article=498513&visual=3&layout=10&tm=8 (http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=Acusacoes-e-abandonos-na-abertura-do-Congresso-dos-Advogados.rtp&article=498513&visual=3&layout=10&tm=8)

Troca de acusações, significa acusações de um e de outro lado!

Se alguém diz a outra pessoa que mente e ofende, o que é isto, sobretudo se for um advogado e Bastonário?

Não acha, apesar das desculpas da ministra, que o abandono da sala é coisa grossa, se ficarmos pela elegância?

Mas isto são faits divers, porque o essencial a que me referi sobre alguns problemas da justiça e dos advogados/políticos é que era bom que acabassem, mas… A Sra. ministra terá oportunidade de resolver, com a idoneidade moral, que vocês que reconhecem.  

Mas há mais títulos, embora todas as notícias refiram exatamente os mesmos excertos:

Ministra da Justiça desanca em Marinho Pinto (http://news.google.pt/news/url?sa=t&ct2=pt-PT_pt%2F0_0_s_1_0_t&usg=AFQjCNE-BrDsK2FDoVywx79vIAYpqzzIeQ&did=ed16db6b58dc69d3&cid=17593619430503&ei=0FbFTqCkKMTWsgbDBw&rt=STORY&vm=STANDARD&url=http%3A%2F%2Fwww.dn.pt%2Finicio%2Fportugal%2Finterior.aspx%3Fcontent_id%3D2116544)

E apesar de não ser fã de Sousa Tavares, ele próprio reconhece o trabalho de denúncia de MP.

Sousa Tavares comenta relação entre bastonário dos advogados e ministra da Justiça

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/miguelsousatavares/article984696.ece (http://sicnoticias.sapo.pt/programas/miguelsousatavares/article984696.ece)

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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 20:48

Então, o Sr. achaque o bastonário podeescrever artigos (procure no JN) acusando a ministra de estrangas"dependências" face a João Correia (por sinal antigo concorrente a bastonário da OA contra MP, com quem perdeu), que identifica FALSAMENTE como seu "cunhado" e isto não é mentira e ofensa?
Desconheço que critérios então terá sobre honra pessoal!
Não percebe que o bastonário só está preocupado com o fim préanunciado da mama que lhe paga o ordenado de assalariado na OA, num montante superior a um milhão de euros por ano?
Não acha que é o bastonário que utiliza uma linguagem cujo baixo nível é absolutamente intolerável e inédito em tal associação?
Se ainda não percebeu, que quer que se lhe diga?
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 20:59

Caro amigo
Eu não estou interessado em convencê-lo a gostar de MP, não queira convencer-me do contrário.
Se o tal "cunhado", foi opositor a MP, há motivos...
Pelo que disse MP (falo de cor), o tal "cunhado" é irmão  do companheiro da ministra. É? Se for, é dialética...
Eu não discuto o Bastonário, discuto ideias, venham de onde vierem...
Estou a ouvir a ministra, contra quem nada tenho.
Ciao
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 21:30

Ouviu então a entrevista?
Já percebeu a falsidade da acusação (de resto, ainda que o não fosse, qual seria o mal de João Correia ter sido "reconduzido" numa comissão para a preforma do PC, para a qual até tinha sido originariamente nomeado pelo anterior Governo?)?
Não lhe parece que está a cair nos ardis de esgoto do MP?
E é assim, que, na entrevista a Judite de Sousa (que só quis saber de casozinhos) a ministra só teve um minuto para falar do que verdadeiramente interessa, ou seja, das reformas que está a empreender.
Tristeza de País...
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 22:37

Não vale a pena bater no ceguinho, mas...
Então o Dr. João Correia demitiu-se da função no tempo de Sócrates e agora acha-se com competências para fazer o que não fez antes? Eu sei... Incompatibilidades...
Não me confirmou (se é que sabe) se a ministra é companheira (não de partido) do "cunhado"...
Ainda bem que acabou por concluir que o país é que é triste e não eu.
Quanto ao eu cair no esgoto, não é fácil, nem há problema.
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 23:17

Meu caro: João Correia não se demitiu de presidente da comissão de reforma do PC, demitiu-se de secretário de Estado, o que é coisa diferente.
E, se calhar, também saiu do Governo por ter visto que as reformas que defendia não eram postas em prática por Alberto Martins (então ministro), ao contrário do que, penso, agora se passará.
Quanto à questão 'momentosa' de saber com quem vive a ministra, como imagina, não é coisa que me respeite a mim, a si ou ao alcoviteiro da ordem, mas se viu a entrevista também ficou a saber que se tratou de mais uma baixaria falsa de MP.
Quer continuar a discutir a família da Sr.ª Ministra? Também me parece que já se deu demasiadso para essa alcovitice lançada pelo bastonário, que deve estar mesmo preocupado com a simplificação processual e o fim dos abusos que estão a caminho...
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 21:10

Afinal a ministra também está incompatibilizada com o Procurador? Só lhe restam as relações institucionais... Bolas, a senhora afinal não é amada...
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 21:26

O Procurador é o tal que acha que Sócrates não disse nada de mal ao telelé ao amigo Vara, ou não se lembra do caso TVI?
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De Miguel Loureiro a 17.11.2011 às 22:41

Caro amigo
Estávamos a falar da ministra e do MP, ou do Procurador. O que eu disse, ou quis dizer, foi que já são duas pessoas de topo com quem a ministra está incompatibilizada, apesar de me querem convencer de que é boa pessoa e será, mas deve ser muito vidrinho... E não é o governo que mantém o Procurador? 
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 23:11

Mas o meu caro é que troxe o PGR à liça...
E quer o PGR, quer MP eram 'bons amigos' do licenciado ao Domingo, como também deve recordar...
Não, "este Governo" não mantém o PGR: foi o anterior executivo que o propos e o PR que o nomeou, pelo que, digo eu, se ele tivesse vergonha na cara, depois do que dele afirmou já o actual Primeiro-Ministro, ia à vida dele.
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De Maria Teixeira Alves a 18.11.2011 às 11:41

Mas por acaso Marinho Pinto foi eleito para ser Bastonário da Ordem ou para Grilo Falante?
Jobs for the boys????? Isso de boys, significa serem do partido. Ou não? Se se se considera os conhecimentos e as amizades como boys, então neste país só se podem contratar estrangeiros, e para garantir que não há nenhuma ligação o melhor é serem chineses.
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De Rui Crull Tabosa a 18.11.2011 às 11:46

Cara Maria,

De facto não há pachorra para tanta má fé!!!
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 11:50

Onde é que a ministra "no Congresso o desancou, com insultos pessoais e críticas adjetivadas"???
desafio-o o a responder,sob pena de, como tantos, falar do que não sabe.
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De Réspublica a 17.11.2011 às 11:07

A democracia para V. Ex.ª só funciona se ganhar o seu candidato?! Olhe não votei Marinho, o meu candidato ficou em segundo! Teve menos de 50% dos votos, o que permitiu a eleição (não foi a OA que fez os EOA, mas a AR!).
Por isso não venha atacar uma classe e profissão por ter elegido ou não alguém, até porque Marinho e Pinto é mais jornalista que advogado, o comportamento dele é do típico jornalista de 2ª classe, não de advogado!
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De Maria Teixeira Alves a 17.11.2011 às 11:29

concordo, é mais jornalista que advogado....
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De Ah, pois é a 17.11.2011 às 13:37

É avençado da RTP e está tudo dito.
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De Pedro a 17.11.2011 às 12:36

"Mas por acaso os Ministros têm de justificar as pessoas que escolhem para trabalhar na sua equipa?"
Dah! Maria, têm sim...
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De Maria Teixeira Alves a 17.11.2011 às 14:48

E os Ministros, que são a equipe do primeiro ministro, também tem de ser escolhidos por Concurso Público????? Dahhhh
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De Pedro a 17.11.2011 às 16:16

Maria, siga-me:  
1 - as pessoas que trabalham para os gabinetes dos ministros, não são... ministros.
2 - Se até a escolha dos ministros tem que ser justificada, imagine os ajudantes dos ministros. Como sabe (cof cof), os ministros têm que ser aceites pelo PR (aliás, são mesmo nomeados por ele) e todo o seu curriculum, interesses, património, etc, é obrigatoriamente público.
2 - "justificar", não é o mesmo que "concurso público".
3 - Não faço ideia se quem vai para lá trabalhar para o gabinete dos ministros é competente ou não, se é irmão, mulher ou marido do ministro, quais são os seus interesses, etc, mas, se não for muito inconveniente para si, gostava de saber. Isto não é o da Joana. Não estamos a falar do senhor joaquim que contrata para a mercearia um rapaz para servir os clientes.
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De Maria Teixeira Alves a 18.11.2011 às 11:45

Mas há algum sinal de incompetência que leve as pessoas a pôr em causa as escolhas? Se houver, I rest my case, senão, isto parece-me uma filha da putice, uma vendetta.... 
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 15:50

O Pedro não percebe mesmo o que é "confiança política", pois não?
Agora atire mais um comentáriozinho demagógico, tipo "os políticos vão receber subsídio de Natal e férias em 2012", para os grunhos salivarem...
Falta de pachorra!
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De Pedro a 17.11.2011 às 16:21

hhmmm, entende o Rui que os cargos de confiança politica devem escapar ao escrutínio do público e da imprensa e que ninguém tem nada a ver com o caso? Interessante. É como se os ministros contratassem uma empregada doméstica lá para casa deles.
Não vale a pena serem tão zelosos. O Marinho Pinto não se cala. É um chato, paciência, aguentem-se.
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 17:12

Pois, tinha de vir a tirada inteligente da "empregada doméstica"...
Um pouco menos de má fé, p.f.
A confiança pessoal é isso mesmo: pessoal, não susceptível, como a Maria bem referiu, de decorrer de um concurso público.
O governante deve conhecer o membro do seu Gabinete ou ter deste referências positivas. A lealdade é importante, sabia?
Agora se não quer perceber uma coisa tão óbvia, paciência...
quanto a marinho pinto, o célebre defensor de Sócrates, Isaltinos e comp.ª lda, cada um achará o que quiser: facto é que o dito só está preocupado com o fim do ordenado que ele consegue sacar à custa das taxas de justiça, coisa que não o preocupa a si, evidentemente.
Também lhe digo que o seu zelo na defesa da roubalheira que se passa na justiça só demonstra que PTC está mesmo a por o dedo na ferida dos interesses...
Azar o seu.
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De Pedro a 17.11.2011 às 19:37

Rui Crul, nem com o exemplo da empregada doméstica percebeu que um servidor público, entre ou não por concurso, deve ter a "confiança" de todos,para além da do ministro? Eu acho que julga que o governo é privado.  Quem não se quer chatear com a opinião da malta, de quem eles são servidores (a gente é que lhes paga), não vai para o lugar.
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De Rui Crull Tabosa a 17.11.2011 às 20:42

Errado. Claro que não tem de ter a "confiança de todos". É até desejável que a não tenha. Acha acaso que um chefe de gabinete ministerial deve ter a "confiança" de Francisco Louçã ou do bastonário da OA? Não, só édesejável que não seja incompetente paraas funçõesque exerce, sendo absolutamente desejável que tenha lealdade pessoal paracom quem trabalha.
O Governo não é privado mas tem um programa político: um Governo do PCP não poderiaser cumpribo por pessoal do CDS, ou podia?
Conhece, poracaso, as pessoas (tanto quanto sei em número escassíssimo, 2 ou 3) que trabalham no Gabinete de PTC?
Se souberde alguma que, no seu entender, não tenha qualificações técnicas para o lugar, diga, em vezde cavalgar as miseráveis insinuações do alcoveiro Marinho Pinto.
Ok?
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De Pedro a 18.11.2011 às 00:59

Devo estar a ler mal. Rui, ele tem de ter a confiança de todos, de mim, do louçã, do zé dos anzóis, do rui e do manel, porque somos todos cidadãos, contribuintes. Isto não depende da ideologia de cada um. É direito dos cidadãos. Mais nada. Se ele não foi eleito e se não entrou por concurso público, se lá foi metido por ser da confiança do ministro (havia de ser como, da desconfiança?), eu quero saber se ele é primo, irmão, tio, ou amigo do motorista, ou o que seja, se tem interesses, negócios com o ministro, se um deve favores ao outro, etc. Mas é que não duvide.  Eu não tenho nada a ver com a confiança que você tenha, ou deixe de ter, no tipo ou no ministro.
Custa-me estar a explicar-lhe isto, porque essa sua dúvida só revela que ainda não vivemos numa democracia madura. Homem, em França, Inglaterra, Alemanha, etc, os jornais, os cidadãos, deputados, oposição,etc, passam a pente fino as escolhas dos gabinetes dos governos e há governos e ministros que caem por causa de nomeações de confiança politica, desde assessores a consultores, etc.  Mas você não lê pelo menos jornais? Isto custa muito a entender?
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De Rui Crull Tabosa a 18.11.2011 às 09:59

De facto, bom exemplo, o do Louçã, que meteu a mãezinha dele no Grupo Parlamentar do BE no parlamento...
João Correia não faz parte do gabinete da MJ, foi reconduzido na presidência de uma comissão para a reforma do PC (nem sei se é pafgo..). Trata-se de um conhecido e prestigiado advogado, com carreira de mais de 30 anos, que foi, aliás candidato a bastonário.
A MJ também esclareceu o currículo do seu chefe de gabinete, o qual, evidentemente, tem qualificações técnicas para o cargo.
Não é, ao contrário das mentiras de Marinho pintio, "cunhado" da ministra e que interessava se fosse, dado o seu currículo.
Que raio de bisbilhotice agora é esta a que o Pedro, só por ironia, chama de "democracia madura"?
Eu percebo bem que, preparando a ministra da justiça profundas reformas para o sector, se esteja a pretender concentrar a discussão numas mentirolas alcoviteiras de um desclassificado para ver se tudo continua na mesma e o marasmo das prescrições (ainda agora a do americano homicida o vem novamente cipnfirmar) torna Portgal o paraíso dos criminosos endinheiros e dos advogados que vivem dos buracos na lei.
Este ataque feroz só mostra a necessidade de uma limpeza a sério, que, infelizmente para muitos, vai mesmo acontecer!
Quanto à questão de negócios, pode ou não ser relevante, consoante tal possa significar troca de favores, etc., caso contrário não.
Para isso há leis - em concreto a dos gabinetes ministeriais - que estabelece que a escolha é livre....
Alguma vez uma escolha de Louça ou Jerónimo mereceria a minha confiança? 
E para este peditório já dei.
 
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De Pedro a 18.11.2011 às 11:07

Está a ver que a ministra deve explicações? Tanto as deve que as deu. Ou não? Percebeu agora porque é que a questão não é só entre a ministra e os que ela escolhe? Então você acha-se no direito de questionar a escolha da mãezinha do Louçã para o gabinete do grupo parlamentar (e haverá confiança maior do que a de uma mãe e de um filho?) e diz também que não lhe merecem confiança as escolhas do jerónimo e do Louçã, e depois diz que os outros não podem fazer o mesmo tipo de avaliações com os ministros do seu partido? Eu não conheço o João Correia de lado nenhum, não sei se é um boy, ou não, se é honesto ou não. Portanto, quero saber tudo e nem sequer lhe dou o direito a si de questionar este meu direito a saber tudo.
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De Rui Crull Tabosa a 18.11.2011 às 11:24

Desculpe, mas esta mesmo a brincar.
Se o sr. vive noutro mundo e não sabe quem é João correia - ex-membro do Governo, ex presidente de comissões de reforma do PC, ex-candidato a bastonário da OA, desculpemas está à espera que o dito vá a sua casa apresentar o currículo.
"Confiança POLÍTICA", não percebe o que é?
A explicação da ministra deve-se aos bandoleiros que, à falta de argumentos contra as reformas em curso, fazem ataques pessoais, para mais fundados em falsidades, para ver se conseguem que o 'sistema' continue na mesma.
Triste País, que transforma tudo em 'casa dos segredos'...
De resto, sempre lhe digo que tomara a muitos ter a estatura cívica e moral de PTC!
Fique-se com o seu pequeno mundo de alcovitice
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De Pedro a 18.11.2011 às 11:40

Ó meu caro, eu não quero explicações nenhumas de si. Você não faz parte do governo e não quero saber dos papéis que tem em casa. O curriculum, a defesa da idoneidade, honestidade e competência dos assessores, consultores e demais pessoal de confiança politica dos gabinetes deve ser apresentado pelo governo, por quem o nomeou. Ele pode ter já feito parte de mil e uma comissões e ter sido candidato a montes de coisas. O homem vai trabalhar para o governo, pago ou não, vai decidir sobre a minha vida, não vai vender batatas para a mercearia, portanto, eu quero saber tudo sobre ele, assim como você se interessa em saber sobre os assessores e demais malta que trabalha para governos de outros partidos. Já percebeu, ou não?
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De Rui Crull Tabosa a 18.11.2011 às 11:52

O que eu percebo é o ridículo de toda esta fuçanguice, que nunca se viu ser suscitada assim pelo bastonário nos governos do camarada Sócrates.
Comparar pessoas como João Correia a boys revela uma tal falta de senso (para não dizer muito pior), que só se pode dizer que não vale mesmo a pena continuar a discussão.
Continue com esses 'bons' sentimentos, a inventar favorecimentos onde eles obviamente não existem, que assim vive certamente mais entretido e o que verdadeiramente interessa lhe passa bem ao lado.
cumps.
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De Carlos Ribeiro a 18.11.2011 às 00:21

Se fosse o anterior Governo classificava-se como "JOBS AND FOR BOYS" mas com este  o que está em causa é a competência(Familiar)
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De Rui Crull Tabosa a 18.11.2011 às 10:06

Onde foi buscar essa?
Ainda não percebeu o ridículo dessa argumentação de buraco de fechadura, que assenta, aliás, em falsidades inventadas pelo bastonário da OA, precisamente para excitar a canalha?
Como pode pretender que João Correia, advogado com nome na praça, que já foi Secretário de estado e agora foi apenas renomeado pela actual ministra para uma comissãio para a qual tinha sido nomeado pelo anterior ministro Alberto Martins, se subsuma nessa sua brilhante frase?
Falta de pachorra para tanta ignorância e má fé...
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De Maria Teixeira Alves a 18.11.2011 às 11:46

Jobs for the boys, significa tachos para a malta do partido...
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De Carlos Ribeiro a 18.11.2011 às 12:26

Eu sei o que escrevi, e você percebeu? Acho que não.Olhe que o ódio cega,intelectualmente falando!O Advogado que é Bastonário falou sobre a Advogada que é Ministra,chamou os bois pelos nomes,foi claro,ponto.Se por subserviência,se por fanatismo,se por ódio de estimação,ou por outro qualquer motivo não quer aceitar,paciência,adeus até ao meu regresso.
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De Rui Crull Tabosa a 18.11.2011 às 12:40

Desculpe, o bastonário disse mentiras, falsidades! Isto é char os 'bois pelos nomes'?
Mas que raio de gente é esta? De facto, o que interessa é mentir, emporcalhar, enlamear, que dessa porcaria e mentira toda fica sempre alguma coisa!
Metem nojo estes marinhozinhos!
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De Maria Teixeira Alves a 19.11.2011 às 15:15

Ai eu é que tenho ódio? Isso é miopia intelectual ou quê? 
Ódio tem o Marinho Pinto...

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