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O artista chinês Ai Weiwei, um critico acérrimo do regime autocrático de Pequim, escreveu recentemente acerca da grande tensão social existente neste País imenso. «Um pesadelo constante», nas suas palavras.
E adianta: «Pequim são duas cidades. Uma é feita de poder e dinheiro. (...) A outra é uma cidade de desespero». Ou seja de pobreza e opressão.
É bom que tenhamos sempre presente esta realidade. Ela é, em si mesma, a Esquerda governante.
Por isso a minha esperança no actual Executivo português. Por todas as medidas - insaciavelmente criticadas pela Oposição - que tem vindo a tomar, sobretudo no sentido de dignificar a administração dos negócios públicos. Se são, muitas delas, de escassa relevância financeira? Talvez. Mas traduzem um contributo inocultável para pôr cobro ao distanciamento entre a classe política e as populações. E incutem a indispensável noção da reaproximação, ou do não alheamento, daquela aos dramas existenciais destas.
Aguardemos os próximos dias. Creiamos em novidades porventura "revolucionárias" no combate ao despesismo do Estado e do Poder Local, apanágio da Direita sã e escorreita. Civilizada.
E não esqueçamos: o futuro de Portugal está, essencialmente, - e infelizmente - nas mãos de não nacionais. Com maior precisão, estreitamente vinculado aos designios da UE. Por muito que a Esquerda berre o contrário. Que ninguém espere milagres, por isso.
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