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Em muitos aspectos somos um país de oportunidades desperdiçadas, por ignorância, pasmaceira, ausência de empreendorismo.
Por exemplo, não se entende que, em vez de doçaria industrializada, produzida universalmente para um país tão segmentado em identidades regionais marcadas e originais, tão ricas que surpreendem quem nos visita, pastelarias e cafetarias não optem por produtos regionais diversificados, e por pão alentejano, de centeio ou mafrense (apenas três exemplos) nas torradas e sanduiches, em vez do pão dde pacote ou pré-congelado, muitas vezes. Seríamos todos mais bem servidos, de certeza.
Os produtos certificados, o artesanato legítimo, etc., mostram-nos que podemos fazer mais e, baseados nisso, viver melhor também. E dar aos que nos visitam uma ideia ufana de nós mesmos.
Nas minhas férias algarvias de criança, havia vendedores de praia que traziam às ilhas magníficos bolos de mel, cujo aspecto, cheiro e sabor nunca esqueci! E o prazer de fatiar um pão alentejano ainda quente do forno?! A cada qual os seus exemplos e memórias…
Ou seja, pode haver um extraordinário caminho de requalificação baseado no simples reconhecimento da nossa identidade, que é a melhor forma de respeito pelo património, que não é apenas «cultural», mas tudo o que nos cerca, a paisagem inclusive, bem entendido.
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