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Os portugueses creio não sejam absolutamente desmemoriados. Ainda em Abril passado os jornais interrogavam, em grandes parangonas, se o Metro do Porto, inocultávelmente falido, teria dinheiro para pagar ordenados no fim do mês.
O seu congénere de Lisboa não vivia, nem vive, tempos mais desafogados. É um estado generalizado a todos os mais importantes serviços de transportes públicos: a Carris, os STCP, a Refer...
Algo, todavia, a parecer não escandalizar a Esquerda. As greves sucedem às greves, a produtividade entrou em plano (muito) inclinado, e assim os comunistas - espicaçando os protestos e emperrando o funcionamento das empresas - apelidam de "defesa dos direitos dos trabalhadores" o que realmente se chama "combate ao sistema". "Capitalista", na sua óptica.
Vem, entretanto, o novo Governo e, coerentemente com o imprescindível plano de limpeza e afinação do sector público, opta por confiar a rentabilização e continuidade (sériamente ameaçada) destes serviços aos privados.
A Esquerda responde em histeria. "A linha de privatizações é intensíssima, tudo aquilo que dá lucro em Portugal é para privatizar, incluindo os transportes públicos", disse ontem o deputado João Semedo, do BE.
Perante isto, como argumentar? Que fazer?
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