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Esta história de uns cavalheiros de maior idade terem sido apanhados num "copianço generalizado" (a expressão é dos jornais) num curso de auditores de Justiça do CEJ só podia mesmo ocorrer neste nosso Tugal. Ou então no Gana ou em outros países africanos assinalados no mapa a rubro-verde, como esta prendada República.
É que os seus capítulos são do mais intenso paladar. Senão, vejamos:
- O teste foi anulado, mas foi superiormente decidido que todos os prevaricadores seriam admitidos com a dignificante nota de 10 valores.
- Assim calibrada a ciência dos próximos magistrados, creio que será obrigação (pelo menos moral) dos advogados, quando intervindo em defesa dos interesses dos seus constituintes, averiguar de futuro - V. Ex.cia, Meritíssimo Juiz, a que fornada pertence?, cuidando fique consignado em acta a resposta obtida. Como eventual argumento a utilizar em sede de recurso.
- Por último (e ao jeito de qualquer happy end novelístico), avulta a circunstância de os autores da proeza do "copianço" assim manterem a sua inexorável marcha rumo à titularidade de um orgão de soberania. Da República Portuguesa, claro, uma vez mais calcando a honorabilidade da sua arquirrival Nação de Portugal.
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