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As insolvências multiplicavam-se e o desemprego subia em flecha? Ele assentava o rabo na areia e abria uma covinha com o bico.
A Economia apodrecia, como aquele ovo esquecido há meses, tresandando? O buraco alargava, escurecia-lhe a visão.
A dívida soberana subia, crescia no ar, já ninguém lhe chegava, nem com uma escada para a apanhar? O quente do areal afagava-lhe a cabeça já semi-oculta.
O Estado, desacreditado, financiava-se a juros inimagináveis? Que bem se sentia ao sol, o micro-cérebro guarnecido na toca cavada.
Gritavam-lhe a urgência da ajuda externa, os cofres vazios, não havia para pagar aos funcionários agora mesmo, no fim do mês? Consolado, acabara de enfiar o pescoço inteiro, o melhor refresco para o braseiro cá fora no mundo real.
Diz a sabedoria popular que é assim na savana, quando o avestruz tem medo e se esquiva de ignorar a verdade. Dizemos nós que assim foi, em Portugal, no capim governamental, com um 1º Ministro a recusar ver, absolutamente blindado. Esse mesmo que anda por aí em correrias eleitorais, ainda e sempre como se nada fosse consigo, como se nada tivesse acontecido.
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"Creio que o contrário nunca aconteceu."Continuam ...
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"Mas posso ser eu que esteja a ver mal a coisa"Sim...
É assim mesmo, caro primo.