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Em Março de 2008 Miguel Cadilhe disse que Portugal “está em recessão económica grave” e defendeu que o Governo devia solicitar à Comissão Europeia “medidas de protecção especial” para a economia nacional. O Governo, através de Teixeira dos Santos, acusou Cadilhe de fazer uma "afirmação alarmista que em nada ajuda a transmitir uma imagem que deve ser objectiva da situação”. E, para que não restassem dúvidas, o ministro das finanças de Sócrates diria mesmo que "Penso que é uma afirmação gratuita, não fundamentada e, de todo em todo, não tem nada a ver com a realidade da nossa economia".
Nestes 6 anos, os governos do PS duplicaram a dívida pública, de 80 mil milhões de euros, para 170 mil milhões, passando de cerca de 50% do PIB para mais de 97%.
Apesar de Teixeira dos Santos ter defendido, no ano passado, o recurso à ajuda externa caso os juros da dívida soberana alcançassem os 7%, desde Novembro de 2010 até ao chumbo do PEC IV, ou seja, durante cinco meses, o Governo andou a contrair, alegremente, empréstimos de milhares de milhões de euros acima da referida taxa, sabendo bem que o inexistente crescimento da economia nacional não comportava o pagamento de juros tão elevados.
Neste contexto, as afirmações de Eduardo Catroga, a que já me referi aqui, não só não são exageradas como se limitam a denunciar a calamitosa governação socialista dos últimos anos.
Sustentar o contrário é simplesmente deplorável ou, pior, um acto de cumplicidade com aqueles que levaram Portugal à bancarrota.
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