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Precisamente no momento em que o Governo aceitou, finalmente, a evidência da necessidade absoluta de um empréstimo externo na ordem dos cem mil milhões de euros (em média, 10 mil euros por cada Português...), o Ministro das Finanças desapareu de circulação, seja nas negociações com a troika, seja com os partidos da oposição.
O Sol veio agora revelar que "José Sócrates quis substituir Teixeira dos Santos na pasta das Finanças mesmo antes de começarem as negociações com o FMI, o BCE e a UE. E mandou perguntar a Belém se o Presidente daria o seu aval à exoneração imediata. Mas Cavaco Silva não esteve pelos ajustes. A saída de Teixeira dos Santos fragilizaria ainda mais a imagem de Portugal nas instituições e nos mercados internacionais."
Espantosa revelação, que confirma os piores receios sobre a falta de escrúpulos políticos do primeiro-ministro e o desnorte que reina no executivo.
Aliás, é absolutamente extraordinário como quase nenhum órgão de informação se preocupa com essa 'baixa' no Governo nem procure obter declarações do desautorizado Teixeira dos Santos, que deve ter percebido, finalmente (embora muito tardiamente...) o enorme mal que Sócrates fez a Portugal, seja no aumento irresponsável da despesa pública nos últimos dois anos, seja no criminoso atraso no pedido de ajuda externa.
Por estes dias, ouvir alguns ex-ministros de Sócrates como Campos e Cunha e Freitas do Amaral, ou ex-ministros socialistas, como Daniel Bessa ou Augusto Mateus, é quanto basta para perceber de quem é a principal responsabilidade por Portugal se encontrar na bancarrota.
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