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Palavras tolas, orelhas moucas

por João Távora, em 29.03.11

 

As declarações de Lula da Silva à comunicação social ontem num jantar com Mário Soares e José Sócrates sobre a malignidade duma intervenção do FMI e que hoje ribombam nos media, como qualquer wishful thinking, são completamente inúteis. Certo, certo, é que o Estado português terá que se financiar nas próximas semanas em milhares de milhões de euros para cumprir os seus compromissos. Foi nos mandatos deste governo socialista, que ainda sonha com obras faraónicas como o TGV e o novo Aeroporto de Lisboa, que a dívida da república quase duplicou. Se mais ninguém lhe emprestar dinheiro, não restará outra alternativa a Sócrates do que pedir ajuda ao FMI. Cá se fazem cá se pagam!


7 comentários

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De João Távora a 29.03.2011 às 12:57

A sua sugestão é não pagar, certo? Está bem visto. Mas não diga a ninguém que arrisca-mo-nos a que nos cortem a luz, e uma estratégia dessas obriga-nos a um plano de fuga - que não está feito. 
Abraço
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De Tiago Mouta a 29.03.2011 às 14:04

Caro João:

Não se preocupe que não faltará muito para nos cortarem a luz...
Com a solução do centrão e das privatizações, vamos dar de mão beijada primeiro os transportes, (portanto esqueça o plano de fuga...), depois a banca, as telecomunicações, a água e a energia...
Quando tudo isto tiver nas mãos de bancos estrangeiros e Portugal totalmente escravizado por decreto (que já não faltará muito!) venha depois falar me em "cortes de luz"!!!
O capitalismo atingiu o seu "principio de Peter", chegada é a altura de pensar em novas soluções, sem resvalar para (ab)"ismos" já conhecidos de outros tempos!!!

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