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A ausência estrategica, à vez, do primeiro-ministro e ministro das finanças dum debate da importância como o de hoje em S. Bento, a "casa da democracia" ou "da soberania" como lhe chamou Paulo Portas, não significa certamente uma vontade de corresponderem aos reptos de Sampaio e Alegre ao diálogo e dar prioridade ao interesse nacional. Depois do manifesto desrespeito pelos partidos e chefe do Estado, hoje foi a altura de Sócrates e Teixeira dos Santos demonstrarem o seu inequívoco desprezo pelo parlamento. Gente ordinária e indigna, esta.
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