Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
As medidas de austeridade, a campanha presidencial, o caso BPN, há algum tempo evidenciam um fenómeno esquizofrenia no partido do governo, que se vem afirmando simultaneamente como de oposição: as tropas socialistas, de Ana Gomes que se insurge contra os Negócios Estrangeiros de Amado, a Alegre que apoiado pelo governo apoia a Greve Geral e reclama a inconstitucionalidade da cobrança de taxas moderadoras da minsitra Ana Jorge, passando pelas vozes mais improváveis que se insurgem contra o escândalo do BPN, como se a decisão da sua nacionalização não pertencesse ao executivo, ou os notáveis que hoje reclamam contra a suposta "agenda liberal" da União Europeia e que há bem pouco tempo nos Jerónimos se acotovelavam íntimos de Durão Barroso & Cia. Afinal toda esta cacofonia levanta uma nuvem de fumo que espelha bem o pântano em que o país se atolou e se teme aprenda a sentir-se bem.
Acontece que a política não permite espaços vazios, e perante o persistente silêncio de Passos Coelho (lembram-se da crucificação Manuela Ferreira Leite por essa mesma razão?), o discurso anódino de Cavaco Silva, e a direita envergonhada que nos coube em sorte, compete por estes dias ao Partido Socialista fazer a festa, atirar foguetes e apanhar as canas.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
os seus dirigentes estão em Bruxelas
os vários socialismos adoram, com o ''sucesso'' qu...
os preços praticados são a mais límpida e clara ex...
Porque será que os Governos passam a vida a anunci...
No Imobiliário, toda a gente sabe, só existem anji...