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Interessantíssimo este monólogo de Fernando Moura, Nobre Defensor (da Pátria, evidentemente). Médico de carreira, político ocasional. Sem ataques nem intrigas, lançando cortesias aos colegas de profissão, entre complexas medições de graus de cidadania e intervenção social. É candidato à Presidência da nossa estimada República.
Nessa qualidade, manifesta o seu desagrado ante a aprovação do mais polémico OE de sempre. Antevê-se disputando a 2ª volta eleitoral com o mega-favorito Cavaco Silva, uma vez cativado - como não duvida - o eleitorado do centro-esquerda. Nem o contrário poderia resultar de uma vida inteira dedicada a mitigar as dores dos pobres, dos idosos e de toda a infelicidade e pequenez que grassam pelo mundo e pela sua autarquia.
A humildade impede-o, no entanto, de se pronunciar sobre todas as obras de caridade, acerca das quais acaba de se pronunciar. Enumerando-as e identificando-as, uma a uma. A intromissão do FMI na sua República doméstica seria uma fatalidade, mas nada de imputável ao Presidente, ou seja, a si mesmo. De quem, acrescenta, só poderemos esperar uma nobre política. E um pacto contra a resignação.
É mandatária desta candidatura a famosa voz italiana Mina Mazini - parole, parole, parole.
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